8 de fev. de 2026

Game Nostalgia: Super Mario Land (Game Boy)


O Game Boy foi o primeiro portátil com o maior sucesso mundial, superando o Game Gear e outros que fora lançado na mesma época da geração 8 bits para os portáteis. Apesar de eu ter tido o Game Gear na minha infância, confesso que eu queria ter um Game Boy também, mesmo com sua tela monocromática sem iluminação própria na própria tela, isso na sua primeira versão, lógico. Depois surgiu o Game Boy Color que adicionava algumas cores a mais e com sua própria iluminação...

Um dos primeiros jogos de sucesso para o portátil clássico da Nintendo foi o Super Mario Land, que emprestava o design do clássico Super Mario Bros. do Famicom/NES, onde o Mario, dessa vez precisava resgatar a princesa Daisy (?) nas garras de outro vilão sem ser o Bowser. Mas o esquema era praticamente o mesmo do seu irmão de console de mesa. 


O jogo é dividido em 4 mundos, cada mundo com 3 fases, sendo a última de cada mundo ter que enfrentar um chefe após passar pelas fases com diversos obstáculos e precipícios. O Mario tem seu cogumelo para crescer e poder quebrar blocos e também a sua clássica flor de fogo em que ele consegue disparar bolas de fogo contra os inimigos. É crucial ficar o máximo de tempo possível com o poder da flor para passar mais fácil cada fase. O Mario só morre se estiver pequeno e for atingido ou cair em precipício/lava. 


Falando das partes técnicas: como gráfico de Game Boy, o jogo é bonito de se ver, sendo competente em diferenciar cada elemento da tela. O áudio é bom também com musiquinhas bacanas de se escutar, mesmo com som PSG de 8 bits. A jogabilidade é ok, talvez o maior problema do jogo, onde muitas vezes eu apertava o botão de pulo, mas o Mário não pulava eu caía no precipício. Você não é muito ágil com o tiro do Mario, pois a bola vai quicando nas paredes e obstáculos por um bom tempinho até atingir algum alvo. Então, você não consegue atirar repetidas vezes em muitos casos. Aqui, como no Game Boy, a gente tem um botão de pulo e outro de tiro/corrida (se deixar apertado o botão). Como qualquer jogo de plataforma do Mario, manter esse botão de corrida pressionado é essencial para o jogo inteiro se quiser alcançar plataformas mais altas ou mais longas. Já a dificuldade é moderada; você vai morrer várias vezes quando algum inimigo/precipício te surpreende, mas você acaba decorando assim que for jogar repetidamente. Em muitas ocasiões, precisa ter destreza para poder passar, até lá, vai morrer outras vezes. Em suma, é difícil no começo, mas quando você joga várias vezes, acaba conseguindo passar, é questão de treino e paciência, como qualquer jogo antigo da época.


Atualmente, é um clássico meio subestimado, acredito por se tratar de um jogo de Game Boy, que hoje em dia, está bem datado, mas para jogar com algum portátil chinês, vale a pena conferir ou matar a saudade com a nostalgia. Nota 7.



Nenhum comentário:

Postar um comentário