Um dos primeiros jogos de sucesso para o portátil clássico da Nintendo foi o Super Mario Land, que emprestava o design do clássico Super Mario Bros. do Famicom/NES, onde o Mario, dessa vez precisava resgatar a princesa Daisy (?) nas garras de outro vilão sem ser o Bowser. Mas o esquema era praticamente o mesmo do seu irmão de console de mesa.
O jogo é dividido em 4 mundos, cada mundo com 3 fases, sendo a última de cada mundo ter que enfrentar um chefe após passar pelas fases com diversos obstáculos e precipícios. O Mario tem seu cogumelo para crescer e poder quebrar blocos e também a sua clássica flor de fogo em que ele consegue disparar bolas de fogo contra os inimigos. É crucial ficar o máximo de tempo possível com o poder da flor para passar mais fácil cada fase. O Mario só morre se estiver pequeno e for atingido ou cair em precipício/lava.
Falando das partes técnicas: como gráfico de Game Boy, o jogo é bonito de se ver, sendo competente em diferenciar cada elemento da tela. O áudio é bom também com musiquinhas bacanas de se escutar, mesmo com som PSG de 8 bits. A jogabilidade é ok, talvez o maior problema do jogo, onde muitas vezes eu apertava o botão de pulo, mas o Mário não pulava eu caía no precipício. Você não é muito ágil com o tiro do Mario, pois a bola vai quicando nas paredes e obstáculos por um bom tempinho até atingir algum alvo. Então, você não consegue atirar repetidas vezes em muitos casos. Aqui, como no Game Boy, a gente tem um botão de pulo e outro de tiro/corrida (se deixar apertado o botão). Como qualquer jogo de plataforma do Mario, manter esse botão de corrida pressionado é essencial para o jogo inteiro se quiser alcançar plataformas mais altas ou mais longas. Já a dificuldade é moderada; você vai morrer várias vezes quando algum inimigo/precipício te surpreende, mas você acaba decorando assim que for jogar repetidamente. Em muitas ocasiões, precisa ter destreza para poder passar, até lá, vai morrer outras vezes. Em suma, é difícil no começo, mas quando você joga várias vezes, acaba conseguindo passar, é questão de treino e paciência, como qualquer jogo antigo da época.
Atualmente, é um clássico meio subestimado, acredito por se tratar de um jogo de Game Boy, que hoje em dia, está bem datado, mas para jogar com algum portátil chinês, vale a pena conferir ou matar a saudade com a nostalgia. Nota 7.






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