30 de set de 2011

Ciclistas nas Grandes Cidades: Mais Poluição em seus Pulmões

Uma publicação da "European Respiratory Society" [link] revelou, através de estudos científicos, uma preocupação para quem faz uso de bicicletas como meio de transporte de seu cotidiano nas grandes cidades (o estudo foi feito para Londres, mas pode valer em qualquer grande cidade, como São Paulo). Os ciclistas inalam, em média, 2,3 vezes mais poluentes que as pessoas que andam a pé.

Este resultado mostrou um fato pouco saudável à taxa de respiração mais alta dos ciclistas. Mesmo que os ciclistas cheguem mais rápido ao trabalho e, consequentemente, fiquem menos tempo no ar poluído, eles inalam mais ar por causa do exercício. Outro fato que contribui para o mal nos ciclistas está no fato de que eles estão mais próximos dos carros e motos, portanto, mais próximos dos elementos nocivos que tais veículos emitem.

Ironicamente, os que utilizam carros e motos são os que menos sofrem com a poluição, pois eles respiram bem menos por não realizar atividades físicas durante seus trajetos. Me lembrou de forma semelhante da analogia dos fumantes ativos e passivos, onde os passivos sofrem mais com a fumaça gerada pelos fumantes que estes em si. Uma situação um tanto injusta essa.

Quais seriam as possíveis soluções? Diminuir a quantidade de veículos nas ruas seria a mais sensata, mas vendo o lado realista das coisas, seria a mais inviável, pois só para ter uma ideia, a cidade de São Paulo recebe, em média, 700 novos veículos por dia e os que saem de circulação em definitivo não chega a 10% dos que entram. Outra solução seria ter, para cada ciclista, uma máscara de oxigênio com um tubo de cilindro sempre que for andar de bicicleta... outra não tanto viável. Talvez, uma solução de improviso mesmo seria usar uma máscara umedecida daquelas que se vende na farmácia para proteger da gripe. Mas, usar tais máscaras aqui no Brasil não é usual; até mesmo quem está com gripe nem as utilizam (não é que nem no Japão).

É, a vida dos ciclistas nas cidades não é fácil.

28 de set de 2011

Bug nos Carros ou Carros Inteligentes?

Uma afirmação do CEO da Google, Eric Schmidt, ano passado, onde ele dizia que "É um bug os carros terem sido inventados antes dos computadores", me fez pensar: "E se os computadores fossem inventados antes dos carros"? Vale lembrar que a revolução dos carros começou mesmo na época de Revolução Industrial, em meados dos anos 30 (me corrigem se eu estiver errado) e os primeiros computadores começaram a aparecer pra valer mesmo nos anos 60.

Se a ordem das invenções fosse inversa, talvez teríamos melhores carros, mas não maiores como atualmente. A automatização quase por completa nos carros seria um fato. Os carros teriam "motoristas automáticos", parecidos com os pilotos automáticos nos aviões, onde o motorista talvez apenas atuasse na hora de manobrar em estacionamentos ou precisasse parar em situação de emergência. O carro teria uma enchurrada de sensores ao seu redor, onde poderia calcular a velocidade, de acordo com as condições da pista, e calcular a distância de seu carro com o da frente e o de trás. Além, claro, de se "auto-dirigir", sem precisar do motorista. Com isso, teríamos trânsito mais organizado, respeitoso e com menos acidentes. É claro, o ser humano teria que ter uma grande mudança de comportamento, com relação ao atual cotidiano, principalmente no quesito paciência. Assim, ele poderia obedecer os limites de velocidade e as leis de trânsito em geral.


O carro "totalmente" computadorizado poderia ser menor do que o de hoje, pois poderia eliminar alguns componentes mecânicos e, no lugar, teria peças eletrônicas com softwares inteligentes, evitando desperdício de espaço e maior economia de combustível (que poderia ser gasolina, etanol e principalmente, eletricidade vindo de diversas fontes). Internet? Viria como item obrigatório em qualquer carro.

E o design? Eu acho que iria mudar bastante, visto que o carro seria menor, por isso, eu chutaria em formatos mais quadriculados ou ovais, mas compactos.

O problema, talvez, seria o que há de muitos problemas para computadores hoje: disseminação de malwares, vírus e worms. Talvez teria que ter um grande investimento em segurança de redes para os carros, apesar de que não imaginaria uma pane geral no sistema computadorizado dos carros a partir de vírus. Se utilizasse Windows, talvez seria um problema... (brincadeira)

Mas uma coisa seria certa, Os computadores seriam bem mais evoluídos e os carros não teriam tanta potência, pois os carros teriam surgido apenas em meados de 60. Talvez a Fórmula 1 não teria tanta emoção, pois os computadores iriam "atrapalhar" as performances dos pilotos.

Desculpem-me pela "viagem". :)

22 de set de 2011

Game: Epic War TD (iPhone e iPad)

Segundo game para o iPhone/iPad que posto aqui. E, para variar, mais um "gaminho" viciante. Baseado em games estilo "Tower Defense", Epic War TD consta como um jogo de estratégia, onde o jogador deverá impedir que os inimigos consigam cruzar o caminho até o final, utilizando cinco tipos de armas: mísseis, torres-metralhadoras, laser... A cada nova tropa de inimigos chegando, eles ficam cada vez mais numerosos e resistentes. Cabe o jogador definir a melhor estratégia de posicionamento e tipo de arma para combatê-los, onde consegue adquirir através de granas que recebe cada vez que aniquila um inimigo. Com isso, o jogador consegue também aumentar o poderio de suas armas já posicionadas no mapa, aumentando também o alcance e a frequência de disparos.

Bom, já dá para se notar que, as armas, o cenário e os inimigos foram "inspirados" no game "Starcraft", da Blizzard. Melhor, "copiados" mesmo. A não ser que a AMT (criadora desse game) tenha autorização plena da Blizzard, os gráficos são plágios de Starcraft. Eu relembrei dos "humans" e dos "zergs" (alienígenas) de Starcraft. Bons tempos. Até os gritos de morte deles são idênticos. As armas também são as mesmas dos "humans" de Starcraft... Bom, eu acredito talvez, que a AMT tenha tido uma autorização da Blizzard, porque senão, o game teria um grande processo judicial por violação de conteúdo protegido por direitos autorais, e nem estaria disponível por tanto tempo no iTunes. Mas, tirando esse detalhe, os gráficos são bons, dignos de Starcraft (o primeiro).

Eu não era muito fã de games estilo "Tower Defense" (me lembrou do "Missile Command" da Atari), mas confesso que, quando baixei gratuitamente Epic War TD, além de ter me lembrado, com nostalgia, o game da Blizzard, começou a ser também um pouco viciante. Games de estratégia me animam e esse estilo, aliado com gráficos "sérios", me fez avaliar Epic War TD como um dos meus favoritos também.

Um único grande porém, é que tem dado "crash" com uma certa frequência, o que me têm desanimado algumas vezes. Espero que a AMT possa corrigir esse bug.

Bom, fica uma dica de game para a plataforma iOS. Pena que não tem para Android.

17 de set de 2011

Feira de Cursos e Profissões da UFPR

Este ano, estou meio de plantão nesse final de semana para atender à Feira de Cursos e Profissões, por isso, não vou me estender no post.

Mas, só para explicar: Todo ano a UFPR, mais outras universidades realizam um evento com palestras, demonstrações e explicações sobre os mais variados cursos ofertados pelas mesmas. A cada ano, aumenta cada vez mais a oferta de cursos e os estudantes podem ter uma ótima oportunidade de conhecer na prática, a profissão que irá exercer tirando quase todas suas dúvidas, tendo também em vista, a realidade de oferta e demanda das profissões ofertadas no mercado.

Mesmo quem já está trabalhando na sua profissão, vale a pena dar uma expiada para ver a atualidade das profissões. Praticamente, todas as grandes universidades do país realizam suas feiras anualmente.


Links:
9a Feira de Cursos e Profissões UFPR
UFPR Cursos e Profissões: Ações desenvolvidas pelos cursos saem dos estandes
Jornal Gazeta do Povo

8 de set de 2011

J-Dorama (XV): Hanazakari no Kimitachi e

Nada como terminar mais um J-Dorama. Dessa vez, por recomendações alheias, resolvi assistir "Hanazakari no Kimitachi e" ou "Hanakimi" (algo como "Juventude Florescente para Vocês"). Baseado no mangá shoujo de mesmo nome, "Hanakimi" é uma comédia onde a protagonista Mizuki Ashiya (Maki Horikita em Tokujo Kabachi, Nobuta wo Produce), que morava nos Estados Unidos, decide voltar ao Japão para tentar encorajar de volta o estudante-atleta Izumi Sano (Shun Oguri em Gokusen, Densha Otoko) a treinar, onde ele se acidentou com Ashiya, ainda nos EUA. Sano treinava salto em altura, mas devido a várias circunstâncias, ficou desmotivado a continuar seu treino. Acabou voltando para o Japão, continuando seus estudos em um colégio masculino. Para que Ashiya consiga seu objetivo, ela resolve entrar no mesmo colégio de Sano, mas disfarçada de menino. Com um cabelo curto e uma proteção para esconder os seios, Ashiya ingressa ao colégio e acaba dividindo o mesmo quarto com Sano.

"Hanakimi" também envolve outros estudantes de forma cômica, como o Shuichi Nakatsu (Toma Ikuta), amigo de Sano, e outros como karatecas e "evocadores". A graça do dorama está justamente em performances de animês nos atores. Agora, cá entre nós, acham mesmo que a Maki-chan convenceu como "menino"? Aquela carinha de anjo, voz feminina e corpinho magro da Maki?? Só mesmo em doramas mesmo, hehehe. É só ver a foto acima...


É um dorama leve, agradável e sem brigas ao contrário do "Gokusen". Apesar do Izumi Sano, com seu jeito fechado e sério, ser o principal personagem ao lado da Mizuki Ashiya, com seu rosto kawaii, eu me simpatizei mais com o Shuichi Nakatsu, rapaz avoado e meio trapalhão. Outros personagens engraçados foram justamente o líder karateca e o líder "evocador" maluco. Acho que com isso, deu uma pitada a mais no dorama. Seu tema de abertura é da banda Orange Range, com "Ikenai Taiyo" e o encerramento fica por conta da Ai Otsuka com "Peach".

"Hanazakari no Kimitachi e" possui 12 episódios e um especial. Rodado em 2007 e 2008. Outro dorama da lista recomendado.


Abertura da Série

2 de set de 2011

Dia Internacional de Segurança em Informática 2011

Post meio atrasado. Na verdade, o "Dia Internacional de Segurança em Informática" (DISI) foi no dia 31 de agosto. O evento deste ano fora realizado no hotel Quality em Curitiba, com a realização da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e apoio de diversas instituições, entre elas a UFPR.


O DISI é um evento onde se ministra várias palestras sobre a CONSCIENTIZAÇÃO do bom uso da internet nos dias de hoje, com informações sobre ambientes virtuais seguros e críticos, disseminação de pragas e golpes virtuais, através de softwares maliciosos e de engenharia social nas redes sociais e emails.


O DISI 2011 contou com palestrantes que atuam diretamente no ramo e, em especial, com o âncora do CQC, Marcelo Tas. Ele realmente é um ótimo comunicador e não é a toa que ele está em alta na mídia. Os outros palestrantes depois do Tas ficaram até "envergonhados" que não são tão animadores como o Tas, claro, na base da brincadeira.

Mas, enfim, o evento era aberto ao público em geral, portanto, os temas eram bem fáceis de entender para o usuário final. Não era voltado somente para os profissionais de TI. Abordou-se temas como comportamento nas redes sociais, segurança em transações financeiras, ética de conduta na internet, ameaças virtuais e direito e leis ligado à cybercrimes.


Deixo aqui, um link do Facebook das fotos tiradas do evento. Abaixo, um vídeo do Tas abordando resumidamente o que ele falou no evento.