29 de set de 2010

Está em nossas atitudes para mudar nosso país

Meus caros: Teremos mais uma vez uma eleição muito importante que irá decidir o rumo do nosso país. O voto eleitoral é uma “arma” valiosa em nossas mãos para lutar por nossos ideais, buscando a governança eficiente, honesta e justa para todos.

Apesar de eu ser contra o voto obrigatório, acredito que todos nós devemos buscar essa oportunidade em querer mudar o Brasil, e a mudança começa em nós mesmos, em mudar nossa atitude e comportamento. Apesar da irritabilidade durante esse período de campanhas eleitorais, é muito importante analisar o currículo dos principais candidatos, pesquisar suas propostas de governo e observar bem o caráter de cada um.

Infelizmente, observamos uma imensa forma de ataques ao candidato adversário, tentando desmontá-lo e denegrir a própria pessoa, envolvendo até suas vidas pessoais e familiares. O homem integral deve sempre buscar debater as ideias e as propostas de governo. Pode até criticar a forma atual de governança dos líderes atuais, mas jamais usar forma de ataques que denigram a imagem da pessoa e de seus familiares. A participação da sociedade é de suma importância para a conscientização da política atual e exigir mudanças de paradigmas, que, infelizmente, esse tipo de "conformismo" paradigmático ainda assola nosso país. Denúncias de fraudes, corrupção e enriquecimento ilícito devem ser apuradas e encaminhadas para a devida aplicação da Justiça, não importando o grau hierárquico no governo. Devemos sim, nos indignar da situação atual, onde inescrupulosos ficam cada vez mais impunes à Justiça Brasileira e aproveitam de seus cargos para aumentar cada vez mais seus interesses particulares... à custa da VIDA de cada cidadão brasileiro. Sim, não é só o nosso dinheiro que está em jogo.

Muitos de nós ainda vemos as eleições como um “estorvo”, que não adianta nada e só de raiva, vamos anular nosso voto ou deixar em branco. Se pensarmos assim, aí sim que nunca vamos ter mudanças significativas em nosso país e vamos deixar o atual governo fazendo o que quer. A mudança está em acreditar nas pessoas que querem mesmo mudar a filosofia de governança em nosso país e também fiscalizar e cobrar dessas pessoas que elegemos. As eleições não é só no dia 3 de Outubro e sim, nos 365 dias de cada ano. É importante a gente se informar na política brasileira, apesar de ser difícil na atual situação; cobrar dos políticos eleitos suas propostas de governo que divulgaram durante suas campanhas. Em resumo: devemos participar ativamente na sociedade, fazendo nossa parte e cobrar de todos em que acreditamos durante as campanhas eleitorais. É não se deixar por vencido e lutar por um Brasil mais justo e digno, com paciência, perseverança e principalmente: ESPERANÇA.
PS: Se vocês esqueceram em quem votou para vereador, deputados e senadores nas últimas eleições, lembrem-se dessa vez em quem vão votar para, depois, cobrarem deles mais para frente. Voto Consciente: Eu Apoio.

Boas Eleições a Todos!!!

24 de set de 2010

Lista de Meus Personagens Favoritos de Games

Depois de eu ter postado sobre meus mascotes de games favoritos tento postar aqui, alguns dos meus personagens humanos e/ou robôs prediletos que conheci. Bom, Eu sublinhei alguns, porque a lista verdadeira seria grande e ainda, não me lembro de muitos com quem joguei e acabei esquecendo. Outra razão é que tenho mais afinidade em games com pessoas “normais” do que com mascotes. Aliando a isso, apareceram muitas gerações de videogames com seus respectivos games. Obs.: A ordem da lista não é necessariamente preferencial.

1 – Ryu (Street Fighter II, Street Fighter Zero, Street Fighter IV, games crossover com Street Fighter, etc...)

Bom, tá certo que na saga desse game de luta há muuuuitos personagens que gosto (como Ken, Chun-li, Cammy...), mas só vou citar o Ryu, por ser o principal personagem da saga, além da familiaridade de seus golpes. Se bem que seus golpes já estão manjados de tanto serem explorados, não acha? Review de Street Fighter II aqui e de Street Fighter IV aqui.

2 – Cloud Strife (Final Fantasy 7)

Um marco para a Square. A saga Final Fantasy ganhou uma super conotação, depois que lançaram Final Fantasy 7 para o Playstation 1. Não é para menos; gráficos inovadores, personagens carismáticos (como a Aeris e a Tifa), história cativante e sistema de jogo RPG inovador. Post de Final Fantasy, aqui.

3 – Squall Leonhart (Final Fantasy 8)

Outro game que joguei bastante (até mais que FF7). Apesar do personagem ser quieto e sério demais, Squall foi o “bonzão” do game com sua arma que mistura espada com pistola. Achei uma ideia inovadora. Review de FF8 aqui. E a Desciclopédia de Squall, aqui (eu ri).

4 – Haohmaru (Samurai Spirits 1, 2, 3, 4, etc...)


Versão do Ryu em forma de samurai. Outro que curti bastante.


5 – Mai Shiranui (Fatal Fury, TKoF series, etc...)

Outra personagem minha favorita, juntando com Terry, Andy, Kyo, Yuri, etc... São personagem da SNK Playmore que, com os games de luta, fora a especialidade da empresa. Escolhi a Mai por questões óbvias... ^^ Post sobre o Neo Geo, aqui.

6 – Jaguar (One Must Fall 2097)

Essa eu tirei do baú e tenho certeza que muitos nem devem ter conhecido o game. Foi um game de luta para PC ainda na plataforma MS-DOS. Na onda da época de Street Fighter 2, os caras desenvolvedores criaram um game de luta com robôs, mas que lembrava mesmo era humanos vestidos de robôs. Até gravei a música-tema em mp3. Foi viciante naquela época. Quem quiser o review que fiz desse game, link aqui.

7 – Jill Valentine (Resident Evil 1, 2, 3, etc...)

Protagonista do famoso game de zumbis, Jill arrebatou corações de marmanjos, mesmo num game violento e sanguinolento. Eu achei a Claire mais simpática, mas meu voto foi pra Jill mesmo.

8 – Solid Snake (Metal Gear Solid 1, 2, etc...)

Tá certo que não cheguei a jogar muito essa saga, mas foi muito inovador o sistema de estratégia desse game, com tema de espionagem e de tiro. O personagem não me cativou muito, mas merece destaque.

9 – Gundam Robot (Gundam series)

Não sei os nomes desses robôs, mas joguei consideravelmente o arcade da luta desses robôs no Japão e joguei bastante numa versão em PSP, da saga Gundam Seed. Clássico que merece destaque também.

10 – Yuna (Final Fantasy 10, 10-2)

A musa de Final Fantasy 10 está também nesta lista. O impressionante é a mudança de comportamento dela do game Final Fantasy 10 para o Final Fantasy 10-2. De “summoner” tímida com roupas comportadas para uma atiradora ousada de blusinha e shortinho...

11 – Sub Zero (Mortal Kombat 1, 2, 3, 4, etc...)

O guerreiro do gelo do game dos “fatalities” foi o meu favorito.

12 – Alucard (Castlevania – Synphony of the Night)

O único Castlevania que joguei, mas foi marcante. Esses dias, re-joguei-o no emulador do PSX para matar saudades. Review de Castlevania - Symphony of The Night aqui.

13 – Lara Croft (Tomb Raider 1, 2, 3, etc...)

A exemplo de Snake, não joguei muito Tomb Raider e Lara Croft não chegou a ser pra mim muito marcante, mas deixo destaque na lista pela diversão desta saga.

14 – Mike Haggar (Final Fight 1, 2, etc...)

O grandalhão, que inspirou o pilão giratório de Zangief (Street Fighter) era lerdo, mas destroçava a gangue de Final Fight. Outro destaque foi a Maki Genryusai, mas ela só apareceu em FF2...

15 – Blaze Fielding (Streets of Rage 1, 2, 3)

A partir da versão 2, ela ganhou um “hadouken” curto, inspirado no Ryu.

16 – Tyris Flare (Golden Axe 1, 2, etc...)

Versão medieval de Final Fight. Tyris Flare possuía as melhores magias de fogo, mas os golpes de espada dela eram horríveis, com alcance curto. Review de Golden Axe aqui.

17 – Ryo Hazuki (Shenmue 1 e 2)

Jogo RPG inovador, com uma interatividade grande entre o Ryo e os cenários, além de uma boa história e personagens cativantes. Me custou horas no Dreamcast, mas valeu a pena. “Campanha para a Sega trazer Shenmue 3 !!!!”^_^

18 - Joe Musashi (Shinobi, Revenge of Shinobi, Shadow Dancer, etc...)

Clássico dos games envolvendo a arte ninja, Joe Musashi era a referência do ser ninja nos games Shinobi. Ah, também tinha um tal de Ryu Hayabusa (Ninja Gaiden), mas meu voto foi para o Joe.

Lembrando novamente que, com personagens humanos, teria-se uma lista maior e não coloquei tudo por não me lembrar de todos. Mas acho que até aqui está bom, para que o post não ficasse ainda mais longo... Desculpem-me pelo post grande super geek. Quem lembrar de outros personagens, comentem aê.

21 de set de 2010

Filme: Nosso Lar

O filme mais caro do cinema brasileiro, é também um dos mais arrecadados nas bilheterias brasileiras. Com investimentos altíssimos em efeitos especiais e visuais futurísticos, Nosso Lar despertou enorme curiosidade na plateia brasileira, aliando também à história descrita pelo espírito André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier.

O cenário do filme é deslumbrante, mostrando paisagens belíssimas, com a natureza riquíssima envolta de “construções” imponentes e futurísticas, mostrando que nosso cenário está bem defasado em relação ao cenário descrito por André Luiz. Além da arquitetura em volta, a locomoção pública é através de uma aeronave denominada “aerobus”, que lembra o interior de um vagão do metrô do parque “Epcot Center”. O meio de comunicação entre eles e/ou com a Terra é da forma que a pessoa achar mais adequada, desde cartas escritas manualmente até comunicações digitais com direito a tela enorme para visualizar as mensagens escritas ou em vídeos. Mas o que faz a essência do cenário é a sociedade, onde os espíritos têm uma harmonia tão desenvolvida que somos correlacionados a realizar alguma atividade sem visar ganhar algo e também sem cobrar algum preço. Por exemplo, não existe “escambo” algum, mas a essência do trabalho e da caridade são os corações que move o mundo do Nosso Lar.

É claro, se não há merecimento em integrar-se nesse ambiente imediatamente, há o cenário oposto, denominado “Umbral”, onde espíritos sofredores vivenciam suas provações daquilo que realizaram negativamente na Terra, até pedir, de coração, perdão e ajuda. André Luiz, após o desencarne, viveu nesse local de imensa provação até conseguir provar que pode merecer mudar de ambiente.

Um fato curioso da descrição do filme é: se os espíritos no ambiente são livres, por que existem muros e portões ao redor da cidade?



Independente de ser ou não espírita, cada um deve analisar, pensar e avaliar sobre o filme, obtendo sempre uma crítica construtiva, questionando sempre. Mesmo quem não leu a obra de Chico, vale a pena conferir o filme, onde exibe-se uma urbanização e administração que poderiam inspirar nossa própria administração pública.

Inspiração no texto de André Trigueiro

18 de set de 2010

Erro 404: Desculpas digitais também não colam mais!

Referência: Felipe Demartini / baixaki.com.br

Que atire a primeira pedra quem nunca usou uma desculpinha esfarrapada para tentar ganhar mais alguns dias para fazer um trabalho. O cachorro comedor de trabalhos, o vento bem calculado que carrega o dever pela janela, o ladrão que rouba sua mochila bem no dia da entrega são apenas as mais comuns das mentirinhas das antigas usadas para esticar o prazo de entrega. Histórias que os professores já estão cansados de ouvir.

Com a tecnologia atual, a realização de pesquisas e produção de trabalhos escolares foi muito facilitada. As desculpas, porém, não mudaram muito e apenas se tornaram mais hi-tech. Agora, quem come o trabalho é um vírus, a impressora insiste em quebrar bem na hora de imprimir o texto e os clientes de email não funcionam no momento de enviar o documento para o professor.

No início da era da informática, essas historinhas poderiam até colar. Hoje, com a popularização dos computadores e da internet, está cada vez mais difícil esticar o prazo para entrega de seus trabalhos. Os professores ouvem cerca de 15 desculpas relacionadas a trabalhos escolares por semana. Enquanto algumas não saem do comum, outra são bem criativas e inusitadas.

Incidentes relacionados a bebidas caindo no computador e roubo de equipamentos estão entre as mais citadas, mostrando que, apesar da tecnologia, o teor das desculpas não mudou muito. Mas um dos alunos realmente se superou, ao afirmar que hackers russos invadiram o PC do pai dele, roubando o trabalho e todos os dados. Dependendo de onde for citada, essa justificativa pode causar uma guerra!

“Meu irmão saiu com seu caminhão e meu trabalho dentro. Agora o texto está perdido na França”, foi outra desculpa esfarrapada citada pelos professores. Assim como os cães, gansos também têm o papel como prato favorito, e comeram o trabalho de um pobre aluno que mora próximo a um lago.

Alguns até entregam seus "trabalhos", porém, "xerocados" da Wikipédia da vida, ou seja, nem o trabalho de perfumar e corrigir coesão e coerência dos textos os alunos fazem...

Enquanto a maioria passa o tempo em que deveria estar estudando pensando em desculpas para não fazer isso ou xerocando trabalhos alheios da internet, outros transformam essa preguiça em um meio para ganhar a vida. Não é difícil encontrar anúncios oferecendo trabalhos prontos nos mais diversos sites de venda. Por preços que vão de R$ 40 a R$ 200, é possível comprar desde pesquisas simples até TCCs completos. A qualidade do texto, porém, nem sempre é certificada como dizem os anúncios e pipocam casos de trabalhos iguais sendo entregues por alunos da mesma faculdade. Haja desculpa para explicar isso.

Quando se analisa friamente, porém, inventar desculpas e usar caminhos alternativos para esticar o prazo de entrega das tarefas pode dar tanto trabalho quanto fazer o que foi pedido, muitas vezes até mais. E o preço a ser pago pela preguiça e pela fraude será alta. Por isso, estudar e escrever os textos da maneira correta, com seus próprios esforços, ainda é a melhor opção.

15 de set de 2010

Meus Mascotes de Games Favoritos

Esta semana, comemorou-se 25 anos de um dos mais famosos personagens de videogames, senão, o mais famoso. “It's me, Mario!”

Realmente, Shigeru Miyamoto, o criador de Mario, sendo um dos principais designers da empresa, é um dos gênios da atualidade, responsável pela alavancada da Nintendo. Depois de Donkey Kong, da Atari, Mario começou mesmo a se destacar na plataforma NES, com um jogo de plataforma surpreendente para aquela época e ainda hoje, divertido. A partir daí, surgiu a franquia “Mario Bros.”, sendo lançado continuações de seus games tipo plataforma e outros, como “Mario Kart”, “Dr. Mario”, “Mario Paint”, etc. Eu, particularmente, conheci Mario e sua turma pra valer mesmo a partir do Super Nintendo, com “Super Mario World”. Eta joguinho viciante; queria fechar o game com mais de 100% do mapa naquela época... Mas, atualmente, meu favorito é “Mario Kart Wii”, pois a diversão é garantida, usando controle-volante do Wii.



Mas Mario não é o único mascote famoso a figurar no mundo dos games, lógico. Outro personagem-mascote que curti foi Alex Kidd, da Sega, quando joguei “Alex Kidd in Miracle World”, no Master System, no qual, foi o primeiro game com o personagem. Alex era uma caricatura de uma criancinha cabeçuda, mas com mãos gigantescas em que ele as utilizava para atacar seus inimigos, além de fazer disputas de “Jankenpô” (pedra-papel-tesoura). No final de cada fase, Alex tinha a sua recompensa, um “oniguiri” (bolinho de arroz com folha de alga). Alex Kidd foi o primeiro mascote da Sega a tentar ser rival de Mario, mas sua popularidade não chegava nem aos pés de Mario e, além disso, Alex não foi tão carismático quanto o outro. Alex Kidd ainda saiu em outras versões no Master System e no Mega Drive, mas parou por aí. É uma pena, pois gostava do personagem.



Agora, o mascote da Sega pra valer mesmo veio com Sonic, the Hedgehog, onde sua primeira aparição foi no Mega Drive, com o jogo de mesmo nome. Nem preciso descrever sobre ele, pois todo mundo já está careca de saber, certo? A exemplo, de Mario, como símbolo da Nintendo, Sonic é o símbolo da Sega. Sonic já teve também várias franquias e variações de games, igual ao Mario. Eu curti muito Sonic, desde o primeiro jogo no Mega Drive. Mas foi em “Sonic Adventure”, no falecido Dreamcast, que realmente debulhei e curti. Foi também em “Sonic Adventure” que tive a primeira sensação de “alucinação” com um game correndo velozmente em gráficos 3D. Recentemente, houve vários games com “crossover” entre a turma de Mario com a turma de “Sonic”, envolvendo esportes, lutas, etc. Não sei se vingou, pois, na minha opinião, ficou muito estranho o resultado. Imagine, o Mario poder ganhar de Sonic no game de atletismo...



Outro mascote que apareceu foi Crash, the Bandicoot, personagem da Sony, envolvendo os mesmos tipos de games: plataforma, kart, etc... Joguei um pouco, mas, confesso que para mim, Crash não me empolgou muito e seus personagens pareciam uma cópia dos personagens de Donkey Kong do Super Nintendo. Entretanto, Crash obteve um sucesso considerável mundialmente, porém, na minha opinião, sem o mesmo carisma de Mario e Sonic.



Mais um personagem-mascote que me marcou: “Fox McCloud”, de “StarFox”. O primeiro game foi no Super Nintendo, com um jogo de nave inovador e ótimos gráficos para aquela época. Curti muito o game, mas não consegui chegar no final na rota mais difícil. Em “StarFox 64”, do Nintendo 64, é a minha ótima referência de game do gênero. Os personagens ganharam falas consistentes e gráficos de cair o queixo na época, além de um som excelente, com uma trilha sonora envolvente. Curiosidade: a partir daí, surgiu um viral na Internet com a fala do coelho Peppy dizendo: “Do a Barrel Roll!”. Quem tiver curiosidade, digite a tal fala no You Tube que você talvez entenda. Eu ri.




Do a Barrel Roll!


Na verdade, curti um monte de personagens de games, mas neste post, estou apenas comentando os mascotes (alguns que eu me lembrava). Não conta personagens humanos ou robôs. Nos próximos posts, tentarei falar sobre os meus personagens humanos/robôs favoritos.

10 de set de 2010

J-Dorama (VI): Bara no nai Hanaya (薔薇のない花屋)

Dando sequência a mais uma análise de J-Dorama. Como teve um feriado bem prolongado e não viajei, resolvi assistir a mais uma “série-drama” japonesa e foi de uma cartada só, em 4 dias.



Desta vez, a trama mescla romance com um pouco de drama, onde o protagonista é um florista humilde, onde ele tem uma floricultura em sua própria casa. Eiji Shiomi (seu nome) tem uma filha de 9 anos, cuja mãe faleceu durante o parto. Portanto, Eiji faz o papel de pai e mãe. Seu vizinho da frente é dono de um “coffee shop” e muito amigo de Eiji, onde sempre que pode, dá suporte a ele. Mas sua vida muda mesmo quando Eiji conhece uma moça, aparentemente cega, que estava se molhando na marquise da floricultura durante um dia de chuva. O florista, de uma bondade extrema, acolhe-a para dentro da loja. A partir daí, a trama se passa, principalmente, nos passos dos dois.

A história possui momentos de expectativa e de surpresas, onde o expectador não imaginava que pudesse mudar o desenrolar das atitudes dos personagens. Alguns dos destaques que chamou atenção é a bondade extrema do protagonista, em que, mesmo não possuindo bens materiais, ele ajuda aos outros de uma forma de desprendimento material; e ele sempre se desculpa por qualquer atitude sua (tanto que não aguentava ele falando sempre “sumimassen”). Outro destaque é a filha dele, chamada Shizuku, que, mesmo sendo uma criança, possui um caráter de adulto e de uma compreensão que nenhuma outra criança iria ter na vida real. Em resumo, ela é uma “tenshi” (anja). Bom, não vou contar mais detalhes para não virar “spoiler”.



Para quem conhece, o ator que interpreta o florista é o Katori Shingo, um dos integrantes da banda SMAP, que, aliás, volte e meia, os integrantes da banda interpretam novelas japonesas. Mas, nesse "dorama", o cantor-ator está bem diferente, o que se denota que ele encarnou bem o papel do personagem.

Na minha opinião, achei um "dorama" interessante, entretanto, sem muito destaque. Mas tirou uma lição de moralidade grande, como demonstração de humildade, caridade e compreensão, e onde mostrou também que “o que importa não é ter, mas ser”. Mais uma que vale na fila dos recomendáveis. “Bara no nai Hanaya” possui 11 episódios no total.

2 de set de 2010

J-Dorama (V) : Code blue (コード・ブルー)

Estórias sobre o cotidiano de residentes médicos em um pronto-socorro têm surgido cada vez mais, depois dos sucessos dos primeiros seriados do gênero, como "E.R." e "Chicago Hope". Até versões sitcoms como "Scrubs" têm ganho simpatia de público. Então, já sabem que este Dorama já tem essa atmosfera...



Além do ambiente hospitalar, a série conta a estória de 5 residentes (4 médicos e 1 enfermeira) em que são requisitados a atenderem diversos chamados ambulatoriais, com um detalhe: o transporte é num helicóptero chamado “Doctor Heli”, que é de propriedade do hospital e está sempre a disposição dos plantonistas. Cada residente possui um “walk-talk” para atender tais chamados que envolvem o transporte dos pacientes através desse helicóptero. E cada um tenta trabalhar da melhor forma possível para sempre ser o mais requisitado a ser chamado para embarcar no helicóptero junto da equipe médica responsável.

A série também conta os desafios, os erros e as superações dos protagonistas em cada caso. Os roteiristas tentam enfocar suas expressões nos momentos de decisões difíceis e de trabalho contra o tempo. O principal protagonista, chamado Aizawa Kosaku, sempre está focado no trabalho, não dá um sorriso sequer e sempre prefere almoçar sozinho, mas aparece sempre com aquele estilo de “cara galã bonzão” (curiosidade: o ator também é cantor e no vídeo [link] encarna o tipo). Mas eu bem que prefiro mesmo é ver a protagonista (Shiraishi Megumi – na 1a. foto, à direita), por motivos óbvios, claro. ^_^



Code Blue foi aclamado com o melhor diretor na 58th Television Drama Academy Awards do ano de 2009 e com o melhor drama na 64th Television Drama Academy Awards do ano de 2010 no Japão. Sua música-tema principal é da banda Mr. Children que se chama “Hanabi”, que fora muito escutada no Japão.

Bom, já deu para notar que o dorama é drama mesmo e tem uma conotação meio forte, pois mostra cada momento de resgate, operação/cirurgia, dramatização, decisões difíceis e até de agonia. Para quem não suporta ver cenas com sangue e operações improvisadas no meio da rua, é melhor passar longe de “Code Blue”. Já para quem curtiu E.R. e curte um dos seriados do momento ("House"), vale a pena dar uma expiada. Eu curti bastante a série, mesmo não sendo fã do gênero “Plantão Médico”, nem de drama.

Code Blue possui 2 temporadas de 11 capítulos cada, mais um especial intercalado entre a 1a e a 2a temporada.