12 de abr de 2018

Animê: Little Busters!


Um clássico que assisti apenas atualmente. É basicamante, um animê do estilo relacionamento entre adolescentes no ensino médio japonês, onde temos inicialmente um grupo de 5 jovens que se conheceram desde crianças e estão juntos até os dias atuais, na mesma escola. O líder do grupo, chamado Kyosuke, quer expandir seu grupo, nomeando primeiramante como "Little Busters", que dá o nome do animê. A partir daí, o mais jovem integrante do grupo, chamado Riki é quem vai recrutando aos poucos, mais integrantes para formar um grupo suficiente para montar um time de beisebol amador. Detalhe é que Riki recruta somente meninas, o que dá alegria aos otakus expectadores, tehehe.

Apesar do animê ter o nome do grupo, a estória foca mais no enredo envolvendo Riki, o rapazinho mais inocente e frágil do grupo, pois ele tem uma doença chamada "narcolepsia", um distúrbio neurológico que causa sonolência excessiva, fraqueza e até desmaios. Riki foi amparado por Kyosuke quando criança depois que ficou hospitalizado e a partir daí é que Riki se integrou aos amiguinhos. O ponto forte do animê são os personagens, mais precisamente, as meninas do grupo, em destaque: Kudryavka (Kud, a mais querida kawaii do otakus), Rin (a menina com os gatinhos), Komari (outra kawaii), Haruka (a menina sapeca) e Yuiko (a senpai das meninas com "atributos" e grandes habilidades corporais). E por que Riki é o pricnipal personagem do animê? Porque ele é quem se envolve com as estórias de todas as meninas, além de recrutá-las ao grupo.


O ponto positivo são os personagens da estória, cada um com suas características simpáticas, mostrando bem os sentimentos de todos, criando empatia neles. Porém um grande aspecto negativo foi em torno de algumas estórias "forçadas", como o da Mio (personagem sem sal e sem... sombra???)  e da querida Kudo (drama da sua cidade natal com sua mãe... e algumas coisas sem sentido). Deu até impressão que houve mudança na direção principalmente na da Kudo que não tinha nada a ver com o clima cotidiano da escola japonesa. Se não mudou de direção, o mesmo diretor parece ter "fumado" nessas partes, não é possível, haha. Com isso, caiu bastante meu conceito em relação a estória do animê. Eu já sabia que o enredo era mais drama, apesar de eu não curtir muito drama exagerado, mas essas partes que destaquei acima foram esquisitas.


Little busters saiu primeiramente em light novels, em seguida para mangás, animês e games sendo neste último grande sucesso de público, utilizando sistema de games de relacionamento igual a Clannad. E pelo sucesso da Kudo, sairá spin off dela ainda brevemente, mesmo a estória ter saído em meados de 2006, ainda se mantém na memória dos otakus graças a ela. Enfim, para estória envolvente com os personagens, mesmo sendo drama, vale a pena uma conferida, mesmo com o enredo esquisito da Kudo e da Mio.












8 comentários:

  1. Nada justifica a virada para dramalhão, mas algumas das coisas misteriosas que acontecem são meio que explicadas na segunda temporada.

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    1. Como por exemplo a "sem sombra" da Mio ou o teleporte esquisito do objeto da Kudo? Ficou muito dramalhão mesmo com o passar do enredo...

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    2. Essas me cobre no happy py que eu conto com um copo de drinks e uns snacks

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  2. Eu não recomendo a temporada 2 pra quem não gostou do trecho final da primeira porque é mais do drama e das coisas sem sentido. Mas o pior de tudo: Kudo é deixada de lado.

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  3. Kudryavka é claramente um personagem secundario e de pouca aparição, mas mesmo assim algo nela me fez elegê-la minha waifu top. O MOE power é forte nessa.

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    1. Não só você, mas o público otaku em geral, pelo jeito. Para sair um spin off dela deve ser por causa do apelo dos otakus.

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