Apesar do nome, não tem nada a ver com o clássico Vendetta, da Konami. Final Vendetta foi feito por um estúdio indie chamado Bitmap Bureau e consiste em um jogo briga de rua, como no seu quase homônimo, mas Final Vendetta se assimilha mais com a jogabilidade de Streets of Rage 3, numa ambientação de Final Fight. A história é manjada e nem preciso comentar aqui.
Vamos ao que interessa: opiniões sobre o jogo. Claramente, Final Vendetta se inspirou nos clássicos de Beat 'n Up, como Streets of Rage, Final Fight e outros o estilo dos anos 90. Você controla um cara (equilibrado), uma moça (mais rápida) ou um grandalhão (mais forte) e vai socando a gangue até chegar nos chefões de cada fase, num total de apenas 6 fases, duração muito curta na minha opinião. Você tem os clássicos esquemas de atacar, pular, dar corridas, esquivar entre os planos. usar especial que ataca todos os lados(que consome a barra de especial ou um pouco da sua vida), um golpe de "magia" que consome sua barra de especial), um ataque por trás para não ser encurralado por trás, além de poder usar as armas caídas no chão. Para recuperar um pouco da sua barra de vida, pega-se comida no chão (clássico) ao quebrar barris, caixas e cabines telefônicas.
O ponto forte: sua jogabilidade. Os comandos respondem muito bem, mesmo no comando do especial que precisa apertar dois botões ao mesmo tempo. Jogar em dupla fica ainda mais divertido para o gênero. Falando dos gráficos; são bonitos, no esquema de simular gráficos de 16 bits, mas com boas animações e boa taxa de frame nos personagens. Agora a parte técnica mediana: o áudio. Apesar da inspiração das trilhas sonoras de Yuzo Koshiro, as músicas desse jogo ficaram longe de serem marcantes como em Streets of Rage, sendo apenas, ok. As vozes são competentes e os sons em geral estão ok.
Já as partes negativas do jogo: personagens sem carisma e inimigos não marcantes, apear da variedade de design dos inimigos, tendo grandalhões e mulheres, mas os chefes (tirando a dupla capoeirista feminina) são bem sem sal. Já o desafio... fica difícil de um modo injusto, pois o jogo não há "continues". Perdeu todas as vidas, é game over. Podia ter pelo menos alguns créditos para dar continuidade no jogo, pois perder vida aqui é direto, especialmente nos chefes. Até se acostumar com as manhas dos inimigos, você vai perder muitas vidas e se tivesse "continues", o jogo poderia ser mais divertido, como no esquema dos fliperamas. Claro, não precisaria ter "continues infinitos", mas o fato de ter alguns já teria a sensação maior de se jogar um jogo de fliperama; aí caberia ao jogador continuar ou não. Entretanto, há um cheat code para... deixar seu personagem invencível (face palm). Aí estraga completamente o desafio. Pô, Bitmap Bureau, aí não dá né!!
Se não fosse as partes negativas do jogo, eu poderia dar uma nota melhor, mas como essas partes negativas acabaram meio que estragar o jogo, dou nota 5 (3 shuristas).


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Achei que era aquele jogo de arcade que tinha em todo fliperama antigamente.
ResponderExcluirIsso enganou muita gente no seu lançamento.
ExcluirOs pixels lembram SNK, mas os rostos tem aquele jeito gringo antiquado de arte. Realmente as mulheres poderiam ser mais bem feitas
ResponderExcluirVerdade, lembram pixels da SNK. Design dos chars deixou a desejar mesmo.
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