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7 de nov. de 2022

Filme Documentário: Caos e Ordem - A Ascensão de Jordan Peterson

Num mundo cada vez mais polarizado e "superficializado", pessoas defendendo suas próprias "ideologias", tentando "calar" umas às outras, eis que aparece um filósofo canadense até então desconhecido, chamado Jordan Peterson, cuja inspiração se baseava num filósofo chamado Carl Gustav Jung ((1875-1961), psiquiatra pai da Psicologia Analítica). Ele é o autor do livro "12 Regras para a Vida".

28 de mar. de 2022

Filme: O Homem Bicentenário


Filme estrelado por Robin Willians, baseado na obra de Isaac Asimov, exibido em 1999. Atenção, o post tem spoiler, então, se não tiver assistido o filme, sugiro parar de ler este post, a não ser que nem queira vê-lo e apenas quer ler minha pequena análise sobre o filme.

3 de nov. de 2021

Filme: Conte Comigo (Stand By Me)



Um clássico de 1986, mas que boa parte do filme se passa nos anos 50, "Conte Comigo" conta a história de 4 pré-adolescentes, nos quais todos têm seus pais de relacionamento meio instável e problemático. Esses jovens típicos dos anos 50 já tinham relacionamentos familiares conturbados por diversos motivos, como o trauma pós-2a Guerra Mundial e novas auto identificações de suas pessoas. Mas o foco está no adolescente Gordon, um garoto de uns 12 anos, que se junta aos outros 3 garotos em busca de um garoto desaparecido que na verdade já estava morto, mas queriam encontrar o cadáver para ganhar notoriedade nos jornais e na TV por terem encontrado o corpo desse garoto. Os pais de Gordon só tinham olhos para seu irmão mais velho, morto em um acidente de carro recente, esses que já estavam abalados com a perda do filho mais velho, deixavam Gordon para escanteio dizendo que ele devia ser que nem seu irmão mais velho e blá blá blá... com um certo desprezo dos pais, Gordon inventa uma história que vai acampar com seus 3 amigos, mas que na verdade, vão em busca do cadáver desaparecido.

25 de jan. de 2021

Filme: Interestelar


Esse é um filme que me foi sugerido em vários grupos na Internet e resolvi assisti-lo. Com 2 horas e 40 minutos de duração, o filme, dirigido por Christopher Nolan, segue uma temática de ficção-científica, com um ex-piloto espacial das Forças Aéreas Estadunidense que resolveu viver a vida como fazendeiro, com seus dois filhos e seu sogro, mas devido às péssimas condições climáticas na Terra com muitas tempestades de areia, a vida no campo vai ficando insustentável com o passar dos anos. O protagonista e sua filha descobre uma instalação secreta da NASA e esta convoca-o para ser um dos pilotos no projeto da NASA que irá vagar espaçonaves a planetas com condições climáticas parecidas com a Terra a fim de levar a raça humana a esses novos planetas. O protagonista se despede da família, com um elo enorme na sua filha prometendo que irá voltar um dia para a Terra, nem que se passe anos e décadas depois.

9 de mai. de 2016

Fim da água potável bem antes do imaginado


Fonte:  REVEAL NEWS / MEGA CURIOSO

Crise econômica? Aquecimento Global? Creio que esses e outros problemas que estamos vivendo hoje não se comparam com uma previsão mais apocalíptica daqui a algumas décadas: o fim da água potável.

21 de mai. de 2015

"internet.org" by Facebook... para não dizer "facebook.org"


Provavelmente, já ouviram falar de um projeto em que o Facebook estaria implementando Internet gratuita a toda população do mundo, especialmente àquelas pessoas que não tem acesso à Internet. Mark Zuckerberg e sua equipe estão desenvolvendo um projeto de gigantesca escala para disponibilizar equipamentos e tecnologia a lugares remotos ou de extrema pobreza, com o intuito de conectar o máximo possível de pessoas sem precisar pagar por isso.

18 de mai. de 2015

Família Conectada... até Demais (Temo pelo futuro)


Quando eu li esta postagem, eu fiquei aborrecido (com que eu já sabia antes) com a situação cotidiana, não só pelo Brasil, mas mundo afora.

5 de nov. de 2014

Que tal morar num apartamento de 8m² como este?


Hoje em dia, os modernos apartamentos que ficam nos centros urbanos das grandes cidades estão cada vez menores para acoplar maiores moradores únicos, que ficam mais fora de casa na sua rotina. Normalmente, a gente vê apartamentos por aí com menos de 50m² sendo disponibilizados, e a um preço não tão camarada (provavelmente devido a sua privilegiada localização e possivelmente, devido à margem de lucro das construtoras e imobiliárias cada vez mais crescentes).

11 de mar. de 2014

A Novela do Marco Civil da Internet


Esta semana, haverá mais um capítulo da novela "Marco Civil da Internet" na Câmara dos Deputados. Para quem não conhece o tema, vale dar uma "googlada" para ficar interagido. Vale lembrar que o Marco Civil da Internet não surgiu no Brasil, e sim já foi mesclado em vários países.

28 de jan. de 2014

2014: Ano de Conquistas ou Decepções para o Brasil?


Bom, pelo título vou ser bem sincero, mas é a minha opinião. Este ano de 2014 estará acontecendo a Copa do Mundo de Futebol no Brasil, organizado pela FIFA, mais as "temidas" eleições presidenciais e estaduais no segundo semestre.

27 de jun. de 2013

A mudança deste país começa com sua atitude


Nessas últimas semanas, o país tem vivido uma série de protestos e manifestações de uma forma bem ampla que não se via desde o início dos anos 90, quando a geração "cara-pintada" foi às ruas pedindo o "impeachment" do então presidente Fernando Collor. E não é para menos que o povo finalmente acordou: as tarifas de transporte público foram apenas a gota d'água para uma série de problemas que assolam esse país, desde quando o Brasil se formou na época do "descobrimento".

12 de ago. de 2012

As Lições e os Sofrimentos de uma Olimpíadas (Opinião)

Mais uma Olimpíadas da era moderna chegando ao fim. E mais uma grande festa do esporte mundial foi realizada, com festa de abertura de encher os olhos, eventos esportivos sendo realizados a cada momento ao mesmo tempo em muitas ocasiões, medalhas sendo distribuídas aos atletas merecedores dos mesmos e a festa de encerramento com anúncio à próxima Olimpíadas daqui a quatro anos. Realmente é um grande espetáculo da Terra.

3 de ago. de 2012

O Descaso do Governo na Educação Pública


Acredito que esse tema realmente esteja mais do que batido, mas não podemos simplesmente ignorá-lo como se isso fosse "mais um" dos problemas do país e ficar por aí. Afinal, a educação é um dos grandes pilares que sustenta um país.

29 de mar. de 2012

Aquecimento global? O problema é depois disso: o resfriamento global

De acordo com estudos recentes dos cientistas, o aquecimento global está muito próximo de se tornar irreversível, fazendo com que a temperatura do planeta suba em 6°C até em 2100. Se não tomarmos medidas urgentes ainda nesta década, a irreversibilidade será fato. Com o derretimento das calotas polares, as inundações nas costas litorâneas serão catastróficas e pequenas ilhas irão desaparecer. Mas, a consequência disso, a meu ver, será muito pior: o resfriamento global!

18 de nov. de 2011

Gerações X, Y, W, Z e por aí vai.

Fontes: VEJA, Portal do Marketing (Daniel Portillo), Wikipédia

Nunca tinha entendido o porquê dessas nomenclaturas para definir gerações de pessoas nascidas em determinadas épocas. Antigamente, achava que "Geração X" fosse algo a ver com os "X-Mens" ou afins em homenagem aos mesmos, porque senão, seria "Geração A" ou "Geração Um" (whatever...). Enfim, ainda há alguma resistência entre estudiosos em usar termos fechados para definir povos, regiões ou gerações. Argumentam que definições simplificam os problemas e que toda simplificação tende a superficializar o debate. Outra ideia defende que, as definições têm o mérito de orientar as discussões.

Geração X:

É a primeira denominação moderna das gerações. Esta geração é composta dos filhos dos Baby Boomers da Segunda Guerra Mundial. (Baby Boomer é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional - Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom estamos nos referindo). Os integrantes da Geração X têm sua data de nascimento, localizada, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980.

A Geração X sempre significou um grupo de jovens, aparentemente sem identidade, a enfrentar um incerto, mal definido, talvez hostil. Aparições posteriores do termo, em meados dos anos 1960 e meados de 1970, mudaram sua abrangência de geração global, para conjuntos específicos de sub-culturas da juventude britânica, constituídos principalmente de homens brancos da classe trabalhadora, desde os mods e seus rivais os rockers até a sub-cultura punk, mais abertamente contestadora.

Algumas características dos indivíduos da geração X:

Busca da Individualidade sem a perda da convivência em grupo.
Maturidade e escolha de produtos de qualidade.
Ruptura com as gerações anteriores.
Maior valor a indivíduos do sexo oposto.
Busca por seus direitos.
Respeito à família menor que o de outras gerações.
Procura de liberdade.

Geração Y:

É a geração do milênio ou geração da Internet, também chamada de Geração Next ou Millennnials, pessoas nascidas de meados da década de 1980 até meados da década de 2000.

Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram seus filhos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas (multitask). Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de alta tecnologia, como os smartphones, nos quais essa geração utilizam para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações (que aliás, quase não o fazem, pois preferem os SMS e as redes sociais).

Esse grupo tem se tornado um público-alvo das ofertas de novos serviços e na difusão de novas tecnologias. As empresas desses segmentos visam a atender a essa geração de consumidores, que constitui um público exigente e ávido por inovações. Muitas vezes preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego.

Mas se engana quem pensa que na Geração Y tudo são só flores. Nascidos numa época de pós-utopias e modificação de visões políticas e existenciais, a chamada Geração Y cresceu em meio a um crescente individualismo e extremada competição. Não são jovens que, em geral, têm a mesma consciência política das gerações da época contracultural. E também, como as informações aparecem numa progressão geométrica e circulam a uma velocidade e tempo jamais vistos antes, o conhecimento parece que tende a ficar cada vez mais superficial, afinal, a internet hoje é um prato transbordando informações, mas que muitas vezes, não possuem aprofundamento necessário para se criar uma análise crítica e reflexiva em cada indivíduo. Apenas o que importa é a notícia e nada mais.

Em contrapartida, a chamada Geração Y tem sido mais preocupada com o meio ambiente que as gerações precedentes, o que revela um contraponto ao individualismo empedernido.

Geração W:

A Geração W não pode ser considerada, exatamente uma geração. São incluídas, nesta geração as pessoas nascidas a partir de 1991 até aproximadamente 2000. Se analisarmos as demais gerações, esta seria, teoricamente, composta pelos filhos da Geração X. Mas, em realidade os filhos da Geração X são denominados de Geração Y. Geração W é na verdade, uma subdivisão da Geração Y, composta por pessoas que, à época da criação da nomenclatura, ainda não haviam entrado no mercado de trabalho por serem, menores. Já a geração Y tinha os seus representantes disseminados entre jovens adolescentes e futuros executivos de empresas de TI.

A alusão ao W vem da Internet, mais especificamente dos 3 Ws utilizados nos endereços que se referem à "World Wide Web", ou seja, pessoas da geração Internet. Mais uma vez remetendo à geração Y que tem características muito semelhantes. Ultimamente tem havido uma tentativa de renomear a geração Baby Boomer para uma letra (já que as demais gerações não tem nomes, mas letras: X, Y, Z, etc) e ao que tudo indica, a letra W seria uma grande candidata, mas se estabeleceria uma confusão entre duas gerações totalmente distintas com o mesmo nome.

Geração Z:

Recentemente, o mercado publicitário saudou a maioridade da Geração Y, formada pelos jovens nascidos do meio para o fim da década de 70, que assistiram à revolução tecnológica. Ao contrário de seus antecessores slackers (algo como "largadões", em inglês), os adolescentes da metade dos anos 90 eram consumistas. Mas não de roupas, e sim de traquitanas eletrônicas. Agora, começa-se a falar na Geração Z, que engloba os nascidos em meados da década de 2000.

A grande nuance dessa geração é "zapear". Daí o Z. Em comum, essa juventude muda de um canal para outro na televisão. Vai da internet para o telefone, do telefone para o vídeo e retorna novamente à internet. Também troca de uma visão de mundo para outra, na vida.

Garotas e garotos da Geração Z nunca conceberam o planeta sem computador, chats, smartphones. Por isso, são menos deslumbrados que os da Geração Y com chips e joysticks. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet. "Multitask", para eles, está enraizado no sangue. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.

Enquanto os demais buscam adquirir informação, o desafio que se apresenta à Geração Z é de outra natureza. Ela precisa aprender a selecionar e separar o joio do trigo. E esse desafio não se resolve com um micro veloz. A arma chama-se maturidade. É nisso, dizem os especialistas, que os jovens precisam trabalhar. Como sempre. Uma geração que está acostumada com a rapidez da informação, mas com carência de valores críticos e aprofundados.

Pela tentativa da nova classificação, as datas ficariam assim:

Geração X, nascidos entre 1965-1983
Geração Y, nascidos entre 1984-2002
Geração W, nascidos entre 1991-2000
Geração Z, nascidos a partir de 2003

Essas datas não são oficiais, tanto que muitos especialistas divergem nos anos, mas podem servir como referência de futuras pesquisas.

A dúvida que resta é: Como serão chamados os filhos da Geração Z (talvez Geração "Alpha")?

11 de nov. de 2011

Doutrina Espírita: A Terra em Transformação

Texto adaptado da Reportagem de Vanuza Borges, TNOnline.

A transformação e a mudança de uma era, uma época em que a violência, a guerra, a escravidão, a fome, a miséria e outras injustiças sociais poderão ser bem menos intensas. Segundo alguns estudos, indícios da proximidade desses dias de paz maior poderão ser vislumbrados com mais facilidade em meados de 2050. Seria a época para o início da fase de “Regeneração” da Terra, que vem passando por um período de transição.


A Terra já foi um “Mundo Primitivo” e hoje vive o estágio de “Provas e Expiações”. A conquista dos direitos sociais é apontada como um exemplo deste novo panorama. Durante o regime escravista brasileiro (1530-1888), quantas pessoas questionavam as condições dos negros? Poucas. Hoje, quantas questionam o apedrejamento da iraniana Sakineh Ashtiani? Milhares. Isso seria uma amostra da preocupação das pessoas em favor do bem-estar do ser humano.

A emancipação política da mulher é outro sinal da evolução humana. No Brasil, a classe feminina conquistou o direito ao voto em 24 de fevereiro de 1932. Depois de 78 anos temos uma mulher no poder. A criação da Organização das Nações Unidas (ONU), o julgamento de crimes de guerra são outros exemplos de mudanças. O mal ainda dá mais ibope, mas não podemos negar que o bem existe e está avançando.

O próprio momento de mudança de governo no Egito é sinônimo de evolução. Os dias atuais não comportam mais as ditaduras nem um novo holocausto. Guerras ainda vão existir, violência na sociedade também, mas não podemos negar que existe uma evolução, lembrando que esse processo de evolução espiritual é vagaroso, quase imperceptível aos olhos.

A ideia de um novo porvir parece distante diante de tantos desastres naturais. Mas os fenômenos naturais são vistos justamente como grandes aceleradores do processo de evolução dos espíritos. Em 2004, um tsunami vitimou mais de 200 mil pessoas na Indonésia, Sri Lanka, entre outras ilhas do Oceano Índico. Em 2010, no Haiti, um terremoto também devastou o país. Na tragédia, 316 mil pessoas morreram. Essas catástrofes permitem adiantar o processo de reencarnação. Eles retornaram como seres mais evoluídos.


Conforme a doutrina espírita, esse processo de transição ocorre em virtude da leva de espíritos que começaram a encarnar na Terra a partir de 1970, como os “Provacionais”, trabalhadores da última hora descritos na parábola de Jesus. Na década seguinte, chegaram os “Índigos” - espíritos dotados de grande conhecimento intelectual e inato da espiritualidade, os quais carregam o desejo de mudança e modificação das estruturas que julgam ultrapassadas.

A partir de 1990, teriam encarnado os “Missionários”. Seriam espíritos extremamente superiores aos “Índigos”, dotados de grande caráter. A missão seria a de ensinar e dar o exemplo de nobres conceitos de vida nos mais diversos campos da existência humana. Esses espíritos possuem grande conhecimento, mas precisam de orientação, principalmente moral. Com acesso aos meios de comunicação, percebemos que têm mais informação, porém, a presença dos pais é indispensável. Os deslizes dos nossos adolescentes, em sua maioria, são causados pela ausência dos pais na vida dos filhos.

De acordo com o Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, “há muitas moradas na casa do Pai”. No livro, os mundos são classificados da seguinte forma:

“Primitivos” - Destinados às primeiras encarnações humanas (Idade da Pedra);
“Provas e Expiações” (atual) - o mal ainda domina;
“Regeneração” (em meados de 2050) - o mal e o bem agem na mesma intensidade;
“Ditosos” - o bem é superior ao mal;
“Celestes” - o bem reina exclusivamente.

As encarnações só se realizam para aperfeiçoar o espírito. Nessas voltas, com provas e expiações, o mundo vai se aperfeiçoando. O grande número de apreensões de drogas e prisões por crimes violentos e corrupção, demonstra que o mundo está mudando. Há mais pessoas fazendo o bem do que o mal, mesmo que não pareça. Este é um exemplo que a polícia está mais atenta, prendendo aqueles espíritos que ainda não conseguiram entender a sua missão. A luta para o “bem estar do próximo” é diária. O aperfeiçoamento espiritual acontece através do amor.

É claro que esses estudos citados aqui são apenas pontos de vistas de muitos estudiosos e pesquisadores da Doutrina Espírita, mas que está longe de ser a tal “Verdade Absoluta” (que, por sinal, não existe), pois acima de tudo, o homem tem o seu LIVRE-ARBÍTRIO para mudar ou não da forma que cada um seguir. Assim, cada pessoa vai realizar a sua história, contribuindo com outras que vão fazer desta época, o que vier.

16 de ago. de 2011

Questão Polêmica: Mais Engenheiros e Menos Advogados

Longe de entrar no mérito dos trabalhos dos engenheiros e advogados, mas apenas quero deixar uma opinião com a questão do EQUILÍBRIO PROFISSIONAL na atual sociedade brasileira.

O Brasil precisa urgentemente formar (ou importar) milhões de engenheiros, tecnólogos e técnicos de nível médio e pós-médio, principalmente na área de exatas do que em ciências humanas e sociais, para se tornar uma verdadeira potência econômica, científica, tecnológica e militar.

Para começar, o Brasil já possui milhares de faculdades de Direito, Administração e outros da área Humanas, não dando tanta oportunidade em outras áreas. Por quê? Porque o custo é menor para tais áreas. E ainda há um papo que rola por aí em que "o importante é ter pelo menos um curso superior", isto é, não importa o curso específico em si, mas a formação. E aí, basta para concorrer a diversos concursos públicos que apenas exigem curso superior em qualquer área. Só para comparar: Só o Brasil possui em torno de 1.240 faculdades de Direito, enquanto que o resto do mundo possui 1.100.

E como os concursos públicos da área judicial, legislativa e fiscal são os que mais atraem as pessoas devido à alta remuneração, há uma procura substancialmente maior nos cursos de Direito, Administração, Contabilidade, etc... apenas para tentar ingressar em tais concursos. Com isso, o número de advogados com a carteira da OAB está próximo de 900 mil e o número de bacharéis de Direito, só no Brasil, é maior que 3 milhões e o número de graduandos é maior que 4 milhões em nosso país. Já o número de faculdades de engenharia no Brasil e o número de formandos não aumentam de forma razoável, tanto em números relativos quantos absolutos.

Não é à toa, por isso, que o nosso país é campeão em "recursos em cima de recursos" em diversos casos judiciais pelo país afora. Precisa mesmo de muitos profissionais da área para isso.


Enquanto isso, nosso setor das áreas exatas e tecnológicas caminham a passos de tartaruga, se comparando com outros países como Chile, Argentina e Índia (e nem precisa discutir com EUA e outros países desenvolvidos).

Penso que possuímos uma cultura que valoriza muito o entretenimento (todos os tipos de lazer), as artes (principalmente, as músicas populares e as novelas), os esportes (principalmente, o futebol), as ciências humanas (principalmente, o curso de Direito) do que a pesquisa, o desenvolvimento, a invenção, a inovação e os negócios em engenharias e em ciências exatas. Sim, só para se ter uma ideia, em 2009, o Brasil era responsável por apenas 0,3% das patentes internacionais registradas. Em números absolutos, 450 patentes. Mas a empresa Huawei Technologies, da China, sozinha teve 1.800 patentes registrados.

E já parou para pensar, por que no Brasil não existem quase eletrodomésticos, eletrônicos, celulares, computadores, veículos, motos, aviões, entre outros de tecnologia 100% nacional? E por que a indústria nacional sempre precisa importar todo tipo de máquinas e equipamentos (bens de capital) para modernizar seu parque industrial? Simplesmente, porque quase toda esta tecnologia foi inventada e patenteada pelas maiores multinacionais estrangeiras e não por nossas indústrias, empresas e universidades.

Nos EUA, a parceria entre as indústrias e as universidades para a produção de tecnologia avançada é uma prática corriqueira e natural. Infelizmente, a cultura governamental brasileira de pré-conceito à iniciativa privada e a arrogância e ignorância de muitos políticos e funcionários públicos das três esferas do poder (Executivo, legislativo e judiciário) em relação às boas idéias liberais e capitalistas que deram muito certo em todos os países desenvolvidos, somada a falta desta vontade política e a corrupção, impediram até hoje, o nosso desenvolvimento. Contrariamente, todos nós somos forçados a sustentar uma enorme e ineficaz máquina governamental, com uma folha de pagamento gigantesca e com despesas correntes crescentes que acabam por onerar a toda à população que paga impostos de primeiro mundo e não possui acesso a serviços públicos no mesmo nível. (Fato mais que manjado por nós)

Um dos problemas da falta de profissionais no ramo das exatas começa na escola. A tradição brasileira é de dar pouca importância às matérias de exatas. E o resultado é um desinteresse massivo por elas. Hoje, mais da metade das disciplinas universitárias estão ligadas a engenharia e a outras áreas de exatas. Mas só 1 em cada 5 alunos do ensino superior está cursando alguma delas. Existem mais estudantes de música que de engenharia mecatrônica. Jornalismo goleia engenharia civil. Psicologia ganha de engenharia elétrica. Resultado: o Brasil tem hoje 6 engenheiros para cada 1 000 trabalhadores. Os EUA, 25.

E os novos universitários não têm um perfil exatamente... universitário. Dois terços dos estudantes da classe C (com renda familiar de R$ 2 mil a R$ 5 mil) têm entre 26 e 45 anos. É gente que trabalha desde sempre e escolhe o que vai estudar com um olho no mercado de trabalho e o outro também. Nisso a preferência tende a ser por cursos onde faltam profissionais, justamente os mais técnicos. Enquanto as classes A e B tendem mais para humanas, a C quer exatas.

Repito aqui que não quero desmerecer jamais o trabalho do advogado, do psicólogo... enfim de todos os profissionais da área humana (eles são essenciais em qualquer sociedade), mas deixar claro que o nosso governo ainda não faz as devidas mudanças de estrutura social-política-econômica-educacional (palavra inventada ^^) para suprir as necessidades do progresso real de uma nação. É preciso valorizar os engenheiros da mesma forma que são valorizados os advogados, buscando um equilíbrio no progresso do país.

Adaptado com os textos de Eugenio Mussak (professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens) e Alexandre Versignassi (na revista SUPER).

11 de jul. de 2011

A Questão das Usinas Nucleares

A questão das usinas nucleares tem sido alvo de muita polêmica já há muito tempo atrás. E fato agora que se intensificou ainda mais agora devido ao acidente nuclear da Usina de Fukushima em março deste ano. E, de quebra, reacendeu a questão da usina de Chernobyl.

Todo mundo sabia dos riscos em implementar usinas nucleares. A toxidade dos materiais radioativos é uma das mais devastadoras, podendo levar à morte do indivíduo em questão de dias por câncer super-agressivo. Apesar de testes tecnológicos e aperfeiçoamento no nível de segurança na questão de radiação nuclear, quando acontece um, muitas vezes é de nível grave e trágico na maioria das vezes. Com relação ao vazamento nuclear da usina de Fukushima Daiichi, após 4 meses desde o acidente (terremoto e tsunami), a solução de contenção do vazamento radioativo da usina ainda está longe de uma solução. A região da usina, num raio de 30 km está isolada e não se sabe o dia em que tal região possa ser segura novamente para a população. OBS: na região de Chernobyl, até hoje está completamente abandonada, mesmo após 25 anos desde o acidente (veja algumas fotos aqui). Claro, o acidente da usina de Fukushima foi bem menos grave que o de Chernobyl, e por enquanto, as consequências foram bem menores, mas órgãos mundiais já classificaram o acidente nuclear de Fukushima praticamente no mesmo patamar do de Chernobyl.

Apesar dos riscos inerentes em implementação das usinas nucleares, tais usinas ainda são muito utilizadas mundo afora, principalmente nos Estados Unidos, na Europa e no próprio Japão, por vários motivos. Um deles é o seu enorme potencial energético, pois as usinas nucleares ainda são as mais potentes que o homem já criou, com capacidade energética igual a das usinas termoelétricas e das hidrelétricas, mas utilizando menos espaço físico e sem dependência de combustível fóssil. Daí, uma das razões do Japão ainda depender das usinas nucleares para se auto-sustentar. Só para ter uma ideia, lá, as usinas nucleares representam 30% da geração de energia elétrica no país. E na França ainda mais: 78% da energia do país provém das usinas nucleares.

Como tinha dito antes, uma grande vantagem das usinas nucleares é a não-utilização de combustíveis fósseis (oposto da termoelétrica) e de não necessitar o alagamento de grandes áreas para a formação dos lagos de reservatórios, evitando assim a perda de áreas de reservas naturais ou de terras agriculturáveis, bem como a remoção de comunidades inteiras das áreas que são alagadas (contrário da hidrelétrica).

Aí fica o dilema: como resolver essa questão das usinas? Após o acidente da usina de Fukushima, protestos e mais protestos ocorrem mundo afora contra tais usinas, principalmente no Japão. Entretanto, o Governo Japonês parece ainda estar reluntante, pois sabe que, acabando imediatamente com as usinas nucleares, o país corre o risco muito sério de haver forte escassez energética, comprometendo toda a infra-estrutura do país (fechamento de fábricas, diminuição drástica nos serviços, consumo freado e entre outras coisas). Atualmente, o Japão está passando por um dos maiores racionamentos energéticos de todos os tempos por causa do acidente. Desligamento dos ar-condicionados, diminuição de tempo de fabricação nas indústrias e suspensão de mega-eventos.

Solução? Com a tecnologia que temos atualmente, apesar do progresso de outra fontes de energia, como eólica, solar e bio-combustível, ainda não temos tecnologia suficiente para simplesmente implementá-los, substituindo as nucleares. E o custo ainda é exorbitante. E mesmo que tais fontes alternativas sejam ecologicamente corretas, elas ainda são insuficientes na capacidade de geração de energia comparando com as nucleares. As hidrelétricas e as termoelétricas são as que dominam ao redor do mundo, mas estas têm problemas de sustentabilidade e de meio-ambiente, gerando poluição atmosférica (termoelétricas) e devastando áreas nativas (hidrelétricas).

Enquanto a Alemanha decidiu acabar com suas usinas nucleares, países como a França ainda mantém firme seu uso. Até o Brasil, que tem duas usinas nucleares (Angra 1 e 2), vai implementar uma terceira usina (Angra 3).

Por enquanto, estamos ainda nessa divisão de opiniões sobre as usinas nucleares. Mas acredito que elas possam ser realmente substituídas no futuro, mas isso só irá acontecer aos poucos de forma bem gradativa. Estamos progredindo sim com as pesquisas de fontes alternativas sustentáveis de geração de energia, mas enquanto não vem a solução definitiva, ainda temos que contar com que temos atualmente e cuidar da manutenção e prevenção para evitar mais desastres. Mas caso aconteça algum acidente de nível alto, teremos que estar preparados para isso.

É sempre importante saber levantar as questões dos prós e contras de cada tipo de usina. E, claro, evitar ao máximo o desperdício. Pensemos nisso.

4 de jul. de 2011

A Evolução dos eBooks

O conceito dos livros eletrônicos já era até meio antigo. No começo dos anos 70, já existia um projeto que pretendia digitalizar livros e oferecê-los gratuitamente. De lá para cá, principalmente a partir dos anos 90, começou realmente a realidade dos primeiros programas de livros digitais. Hoje em dia, o conceito de ebooks está ainda mais forte, com o surgimento e crescimento exponencial de dispositivos para lê-los, além de notebooks: os tablets.

Não tem escapatória; com a crescente acentuação na popularização dos tablets, os livros digitais têm dado um ar mais prático e confortável, além de não precisar ocupar espaços nas prateleiras, que, na boa, espaço físico é o que a gente têm disputado muito atualmente. E o usuários não precisam ter um "iPad" ou um "Xoom" para desfrutar dos ebooks. um simples "Kindle" ou um tablet "Xing Ling" já dá conta de armazenar os livros. E a grande maioria transforma os arquivos de documentos (pdf) em uma leitura mais agradável como se fosse folhear um livro. Sim, chega de ficar lendo pdfs apenas nos desktops ou notebooks.

Outra vantagem é seu peso. Um tablet não chega a ter um quilo, por isso, mesmo que o ebook tenha "mil páginas", é como se você carregasse um livro de poucas páginas. E o leitor pode ler deitado mais confortável do que se estivesse com um livro comum; não teria preocupação de desmarcar as páginas sem querer.

Claro, que nem tudo são flores num ebook no tablet. Tem a questão da tela luminosa poder "forçar" um pouco mais a vista do leitor; duração da bateria do tablet e dependência de um único equipamento centralizado para ler os livros (claro, pois se você perder ou quebrar o tablet e não ter feito backup dos ebooks num computador, aí f****). Mas aí, é questão de mudança de hábitos e de cuidados.

Recentemente, o Governo da Coreia do Sul estabeleceu um prazo para virtualização total dos livros escolares: até 2015! Sim, todos os alunos do país terão um tablet para carregar todos os seus ebooks didáticos, oferecendo praticidade e alívio principalmente na hora de carregar o material escolar. E muitas vezes, pode até dispensar o caderno, já que num tablet tem a opção de anotar num "bloco de notas" virtual, mas aí já é uma outra questão...

Estou lendo revistas e livros num tablet e a sensação é muito boa mesmo. E você tem a questão de poupar muitas e muitas árvores, evitando produção em massa de papéis para impressão de revistas e livros. Outra questão é uma vasta coleção de livros gratuitos que se têm disponível na internet. A Google, por exemplo, já disponibiliza já faz algum tempo, muitos ebooks gratuitos para baixar, e agora com a popularização dos tablets, fica bem mais agradável começar a pegar gosto de ler vários títulos gratuitos.

Entretanto, apesar de projetos como o do Governo da Coreia do Sul substituir livros didáticos físicos por ebooks, não creio que vá morrer de vez uma leitura clássica em livros em papel e capa. Não vai deixar de ter bibliotecas, muito pelo contrário. Acredito que os ebooks possam ser ferramentas complementares para a dinâmica da leitura e não substituições dos livros. Afinal, a leitura tradicional ainda tem muito charme e ainda é mais simples e direta.

Agora, para quem acha que ter uma sala de biblioteca em casa é "estiloso", "charmoso" e tem conotação de intelectualidade, saiba que esse pensamento já não tem tanto sentido neste século XXI. Em questões de meio ambiente e sustentabilidade, ter uma grande biblioteca particular em casa pode ter uma conotação negativa. Além disso, os espaços nos cômodos dos lares têm sido cada vez mais disputados e não seria inteligente ocupá-los com centenas e centenas de livros, com muitos deles já bem defasados que ninguém mais lê. Fora ainda o trabalhão enorme de manter tal ambiente limpo, livre de mofos e bichos...

Se você ainda não experimentou ler um ebook num tablet, vá até uma FNAC da vida e experimente. É uma experiência interessante, mesmo se você não domine muito de tablets.

5 de mai. de 2011

Computadores como Professores

E chegamos a mais uma eterna discussão entre ensino tradicional e ensino computacional.

Recentemente, o cofundador da Apple, Steve Wozniak, declarou que, um dia, um computador pode ser um professor, já que a tecnologia está chegando a um ponto em que os aparelhos feitos hoje em dia têm praticamente todos sensores presentes em seres humanos como visão, audição e movimento; e esses aparelhos poderiam se tornar uma espécie de “amigo”, muito mais que apenas tablets. Além disso, segundo Wozniak, os sistemas educacionais não se adaptaram às necessidades atuais das crianças, com escolas aderindo filosofias de ensino de cima para baixo, fazendo com que a escola, em si, é uma força muito restritiva sobre a criatividade. E ainda, quando as crianças vão às aulas, realizam as mesmas páginas nos livros, gastando as mesmas horas que todos os outros, sendo assim, cada criança não vai ao seu próprio ritmo. Se cada criança tivesse seu próprio computador como um professor personalizado, elas conseguiriam aprender com melhor rendimento e no seu próprio ritmo, diz Woz.

Sim, o computador tem um ponto positivo na educação, porque até então, o conceito de ensino era o professor despejar o conhecimento e o aluno aprender passivamente. Hoje em dia, quando o aluno tem a postura de buscar a informação que deseja, o aprendizado é muito facilitado, pois o aluno estará motivado para aprender com mais interesse. Entretanto, em minha opinião, o computador não pode substituir o professor “de carne e osso”. A função básica do professor, como indutor de um processo de educação/aquisição de conhecimento, sempre existirá, apenas mudará a forma de sua função se ministrar as aulas. E, interação humana (seja professor-aluno e aluno-aluno) no processo de ensino-pedagógico é mais que fundamental, coisa que a tecnologia apenas pode complementar e nunca substituir.

A criança de hoje é mais ativa, com televisão, video-games e até com seu próprio computador e está acostumada com coisas que acontecem rapidamente na frente das telinhas. Portanto, o computador é capaz de deixar a aula mais atraente e interativa. Além disso, o aluno pode explorar o que ele quer, na ordem em que desejar, enquanto na aula expositiva precisa seguir aquela linha de explicações. É claro que isso impõe moderação e cabe sim, aos pais essa educação.


O professor hoje precisa se manter atualizado, precisa buscar o apoio da informática para a sala de aula, não deve ter medo ou achar que o computador vai substituí-lo, precisa deixar esse preconceito de lado. Estamos vivendo um processo muito rápido, o professor que abrir mão desse conhecimento novo fica para trás logo e não estará ajudando o processo de ensino de seus alunos.

Ou você acha que a SKYNET poderá ser uma realidade? :)