Em mais um filme da "Brasil Paralelo", vi o filme-documentário "História do Comunismo - China", mas tentando assistir com um olhar mais técnico. Entretanto, não tem como não ficar indignado e até certo ponto "revoltado" o quanto o surgimento do comunismo na China surgiu após milênios de imperialismo chinês, que convenhamos, teve uma história bastante sinistra na humanidade como um todo, mas tudo em nome do poder e das conquistas territoriais, não importando os meios para justificar os fins...
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2 de jul. de 2024
23 de jan. de 2023
Filme Documentário: Varig: A Caixa Preta do Brasil
22 de nov. de 2022
Filme Documentário: A Camisa Mais Pesada do Mundo (Brasil Paralelo)
1 de ago. de 2018
Livro: Por que o Brasil é um país atrasado?
Esse é um livro que acabei de ler, onde o autor mostra algumas das razões do porquê do Brasil ser um país atrasado em relação a outros países. Com uma linguagem bem fácil de compreensão, sem jargões técnicos, o livro é compreensível a qualquer pessoa, mesmo com poucos conhecimentos políticos e econômicos.
14 de jan. de 2016
Desenho das antigas ainda relevante (Capitalismo X Comunismo)
Em umas zapeadas no YouTube, me deparo com um desenho bem antigo, acho que das décadas de 40 ou 50, feito pelos estadunidenses (ok, norte-americanos, hahaha). Primeiramente, jamais idolatro a cultura dos Estados Unidos, como mostra o desenho; eles ainda têm seus egos e orgulhos, mas mostra parte realista do que foi feita ao longo do progresso da humanidade naquele país.
6 de set. de 2015
Controles Genéricos vs Controles Originais vs Controles Logitech
Depois que me cadastrei na Steam (loja online de games, estilo PSN), comecei a jogar com mais frequência, games para PC, e eu já tinha um controle "genérico" da marca "Leadership" que imita o design de um controle do Playstation 2. Ele serviu bem para certos jogos até um determinado momento, porém depois começou a dar problema de resposta em um dos botões quando aí necessitava pressionar com mais força para responder o comando, além de que o direcional digital era muito duro, mas servia ainda, pois o direcional analógico podia substituir o digital.
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5 de nov. de 2014
Que tal morar num apartamento de 8m² como este?
Hoje em dia, os modernos apartamentos que ficam nos centros urbanos das grandes cidades estão cada vez menores para acoplar maiores moradores únicos, que ficam mais fora de casa na sua rotina. Normalmente, a gente vê apartamentos por aí com menos de 50m² sendo disponibilizados, e a um preço não tão camarada (provavelmente devido a sua privilegiada localização e possivelmente, devido à margem de lucro das construtoras e imobiliárias cada vez mais crescentes).
21 de mar. de 2013
Vale a pena comprar em sites do exterior?
Bom, aí depende muito do tipo da compra que você vai fazer. Eu tive algumas experiências disso e digo que só vale a pena mesmo se você tiver muito a fim do produto e que esse produto não esteja disponível no Brasil. E ainda, se esse produto não for muito caro.
23 de jan. de 2013
Atitudes de Cidadania e Politização
Hoje em dia, com a rápida difusão de informações através da mídia (TV, rádio, internet), cidadãos brasileiros tem maior facilidade de acesso a diversas informações do Brasil e do Mundo. E também, criou-se uma política de denúncias contra corrupção, violência e impunidade.
22 de fev. de 2012
A Polêmica da Meia-Entrada
Quando se criou a lei da meia-entrada, foi com o objetivo de dar o direito aos jovens estudantes um acesso mais facilitado à cultura (cinema, teatro, etc...) inclusive até para partidas de futebol nos estádios (cultura?). Porém, um dos problemas da meia-entrada começa com a tendência de "espertinhos" fraudarem carteirinhas de estudantes para conseguir descontos. Até existe um esquema de falsificação dessas carteirinhas, como todo documento pessoal. Tudo em nome da tal "Lei de Gerson", enraizado nos costumes brasileiros.
13 de fev. de 2012
Valorize o produto brasileiro... desde que seja de qualidade (e preço competitivo)
Com a globalização recente e a importação superando a exportação em nosso país em 2011, não é de se estranhar que temos muitas, mas muitas mercadorias "made by gringos" no comércio brasileiro, especialmente mercadorias chinesas. Com a valorização do Real e mercado cada vez mais competitivo, os produtos importados têm se destacado no Brasil com preços mais atrativos e até com qualidade mais aceitável (produtos chineses, por exemplo). Com esse cenário, voltamos aquela velha ideia de que os produtos importados estão tirando os empregos de muitos funcionários de fábricas nacionais, etc...
Eu, particularmente, tento valorizar os produtos brasileiros, claro. Os produtos alimentícios nacionais ainda são bem mais em conta e a qualidade ainda está no patamar aceitável. Seja de biscoitos, bebidas, enfim, alimentos em geral. A fartura na agricultura e na pecuária em nosso país dá essa predominância no ramo alimentício em nosso país. Mas e outros produtos?
Calçados, eletrônicos, produtos de informática, carros e outros produtos industrializados ainda estão bem aquém do esperado. A história brasileira já nos dizia do Brasil ser um ótimo exportador de matérias primas para outros países a preços ridiculamente baixos e um grande comprador de produtos industrializados a preços astronômicos. O chato mesmo era que a matéria prima desses produtos industrializados saíam muitas vezes do Brasil. Não tínhamos tecnologia para fabricar tais produtos, mas éramos ótimos fornecedores "naturais" de matéria prima.
Hoje em dia a história já não é tanto assim, apesar de que ainda estamos estacionados nesse patamar de "grande exportador de matéria prima". O problema já começa aí. Não temos uma cultura de desenvolvimento tecnológico, se compararmos com outros países emergentes, como a China, a Rússia e a Índia. A bela paisagem natural e a rica fonte de recursos naturais do Brasil fazem com que o brasileiro invista ainda forte no setor agrícola e mineração, mas não invista de forma maciça no setor tecnológico. Mudança de paradigmas é necessário para nosso país.
Os altos impostos e a ganância de empresários e políticos brasileiros também fazem do nosso país, o campeão de juros altos e preços de equipamentos tecnológicos. Só para se ter uma ideia, o preço do iPad no Brasil é o mais caro do mundo!! O carro fabricado no Brasil, com o mesmo modelo fabricado em outros países é muito caro. Até mesmo a diferença de um carro importado com um carro nacional não é tão gritante assim. Até publiquei faz tempo uma comparação de preços de vários produtos do Brasil em relação a outros países. Muita coisa está errada em nossa política de mercado econômico.
Eu realmente tento valorizar o produto brasileiro. Não é porque temos essa situação lamentável que vou deixar de comprar produtos brasileiros. Todos nós brasileiros temos que incentivar a economia brasileira, mas como disse no título: desde que o produto e o serviço sejam de qualidade a preço competitivo. Serviços também entram na jogada. Por exemplo, você iria preferir viajar para Fortaleza ou para o Caribe, ambos com mesmo preço de passagem? É claro que para o Caribe. Não adianta o Governo incentivar o brasileiro a viajar dentro do Brasil se os preços estão muitas vezes até mais caros do que se fosse viajar para o exterior.
Por isso que não é a toa a enorme invasão de produtos "xing-ling". O próprio Brasil favorece a entrada desses produtos. A qualidade desses produtos chineses ainda são lamentáveis, mas o brasileiro ainda prefere adquirir um desses do que pagar três ou quatro vezes mais caro a um produto nacional ou importado com selo do Inmetro. Se o "xing-ling" falhar, o brasileiro, com sua fama de "jeitinho brasileiro", dá um jeito. Aliás, esse tal "jeitinho brasileiro" se dá também por causa desses fatores. Carro velho no Brasil ainda há aos montes. Como a lei brasileira é fraca, "calhambeques" sucateados de quinze, vinte anos ainda circulam livremente.
Mas, um exemplo de progresso, mesmo que lentamente, está na empresa da marca "Positivo". Além da famosa instituição de ensino, a Positivo está no mercado de informática já a vários anos no Brasil. Para tais produtos, a Positivo ainda é sinônimo de "meia-boca", nível de qualidade um pouco acima dos "xing-ling", mas que a empresa tem melhorado consideravelmente em termos de qualidade em relação ao começo. Mas o problema do tal "custo-benefício" ainda está longe de ser "positivo". Os produtos ainda são caros, se compararmos com a capacidade e a durabilidade de seus produtos. E são mais caros que os "alternativos chineses". Um exemplo? o tal tablet Ypy da Positivo.
Enfim, este post é mais um desabafo mesmo. Com essas especificações, fica difícil tentar valorizar algum produto ou serviço brasileiro, mas não perco as esperanças de que o país possa realmente revolucionar de maneira significativa na economia, na política e no progresso.
Eu, particularmente, tento valorizar os produtos brasileiros, claro. Os produtos alimentícios nacionais ainda são bem mais em conta e a qualidade ainda está no patamar aceitável. Seja de biscoitos, bebidas, enfim, alimentos em geral. A fartura na agricultura e na pecuária em nosso país dá essa predominância no ramo alimentício em nosso país. Mas e outros produtos?
Calçados, eletrônicos, produtos de informática, carros e outros produtos industrializados ainda estão bem aquém do esperado. A história brasileira já nos dizia do Brasil ser um ótimo exportador de matérias primas para outros países a preços ridiculamente baixos e um grande comprador de produtos industrializados a preços astronômicos. O chato mesmo era que a matéria prima desses produtos industrializados saíam muitas vezes do Brasil. Não tínhamos tecnologia para fabricar tais produtos, mas éramos ótimos fornecedores "naturais" de matéria prima.
Hoje em dia a história já não é tanto assim, apesar de que ainda estamos estacionados nesse patamar de "grande exportador de matéria prima". O problema já começa aí. Não temos uma cultura de desenvolvimento tecnológico, se compararmos com outros países emergentes, como a China, a Rússia e a Índia. A bela paisagem natural e a rica fonte de recursos naturais do Brasil fazem com que o brasileiro invista ainda forte no setor agrícola e mineração, mas não invista de forma maciça no setor tecnológico. Mudança de paradigmas é necessário para nosso país.
Os altos impostos e a ganância de empresários e políticos brasileiros também fazem do nosso país, o campeão de juros altos e preços de equipamentos tecnológicos. Só para se ter uma ideia, o preço do iPad no Brasil é o mais caro do mundo!! O carro fabricado no Brasil, com o mesmo modelo fabricado em outros países é muito caro. Até mesmo a diferença de um carro importado com um carro nacional não é tão gritante assim. Até publiquei faz tempo uma comparação de preços de vários produtos do Brasil em relação a outros países. Muita coisa está errada em nossa política de mercado econômico.
Eu realmente tento valorizar o produto brasileiro. Não é porque temos essa situação lamentável que vou deixar de comprar produtos brasileiros. Todos nós brasileiros temos que incentivar a economia brasileira, mas como disse no título: desde que o produto e o serviço sejam de qualidade a preço competitivo. Serviços também entram na jogada. Por exemplo, você iria preferir viajar para Fortaleza ou para o Caribe, ambos com mesmo preço de passagem? É claro que para o Caribe. Não adianta o Governo incentivar o brasileiro a viajar dentro do Brasil se os preços estão muitas vezes até mais caros do que se fosse viajar para o exterior.
Por isso que não é a toa a enorme invasão de produtos "xing-ling". O próprio Brasil favorece a entrada desses produtos. A qualidade desses produtos chineses ainda são lamentáveis, mas o brasileiro ainda prefere adquirir um desses do que pagar três ou quatro vezes mais caro a um produto nacional ou importado com selo do Inmetro. Se o "xing-ling" falhar, o brasileiro, com sua fama de "jeitinho brasileiro", dá um jeito. Aliás, esse tal "jeitinho brasileiro" se dá também por causa desses fatores. Carro velho no Brasil ainda há aos montes. Como a lei brasileira é fraca, "calhambeques" sucateados de quinze, vinte anos ainda circulam livremente.
Mas, um exemplo de progresso, mesmo que lentamente, está na empresa da marca "Positivo". Além da famosa instituição de ensino, a Positivo está no mercado de informática já a vários anos no Brasil. Para tais produtos, a Positivo ainda é sinônimo de "meia-boca", nível de qualidade um pouco acima dos "xing-ling", mas que a empresa tem melhorado consideravelmente em termos de qualidade em relação ao começo. Mas o problema do tal "custo-benefício" ainda está longe de ser "positivo". Os produtos ainda são caros, se compararmos com a capacidade e a durabilidade de seus produtos. E são mais caros que os "alternativos chineses". Um exemplo? o tal tablet Ypy da Positivo.
Enfim, este post é mais um desabafo mesmo. Com essas especificações, fica difícil tentar valorizar algum produto ou serviço brasileiro, mas não perco as esperanças de que o país possa realmente revolucionar de maneira significativa na economia, na política e no progresso.
13 de out. de 2011
Algumas Ideias Sustentáveis Curiosas
Navegando e navegando... (like a Camões) pela internet e vi algumas ideias sustentáveis que poderiam realmente ser colocadas em prática no "cotidiano nosso de cada dia". Eis algumas:
- "Energia com a Dança"
"Dance para salvar o mundo", é o slogan do Bar Surya, em Londres, onde a pista de dança do bar fora modificada com placas conversoras de energia, capazes de produzirem energia elétrica com movimentos dos frequentadores. As placas, ao serem pressionadas com pulos e passos, convertem energia mecânica em energia elétrica, que depois, essa energia é repassada ao estabelecimento, economizando 60% de energia elétrica vinda de forma comum.
- "Bicicleta Ergométrica por um Almoço"
O Crown Plaza Hotell, em Copenhague, oferece aos seus hóspedes, uma bicicleta ergométrica que são ligadas a um gerador de eletricidade. Além de se exercitar, o hóspede contribui para geração de energia elétrica, que o hotel a utiliza para economizar eletricidade em seu estabelecimento. É claro, o hotel gratifica o hóspede voluntário com um vale-refeição se o hóspede produzir pelo menos 10 watts/hora, equivalente a uns 15 minutos de pedalada normal.
- Água desperdiçada para regar planta
Denominada de "Pia Jardim Zen", o grupo chamado "Gau Designs" criou uma ideia simples, onde consiste em aproveitar água desperdiçada das pias para regar plantas. A pia possui um canal que conecta com um vaso onde pode ser colocada uma plantinha. O canal conta com um filtro que separa o sabão da água, regando a plantinha com a água que você usou para lavar as mãos sem "ensaboar" a plantinha.
- Carregando seu Celular com Apertos de Mão
Que tal exercitar os músculos de sua mão, enquanto carrega seu smartphone? Ideia simples que uma "empresa" chamada "Mac Funamizu" criou com um slogan : "You Can Work It Out". Por enquanto, parece que só tem para iPhone, mas logo logo deverá ter para outras plataformas (se é que já não tem).
- Chuveiro "Pede para Sair"
Uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante e não se tocam. O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos com tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água e energia. Em torno de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho.
- Interruptor "Semáforo"
Consiste num interruptor com um LED que muda de cor e uma "fisionomia de uma carinha" que muda sua expressão, assim que o tempo vai passando se você deixar ligado. O verde indica ainda "ok" e o "fantasminha" ainda está contente, com uma hora ligado. A partir das quatro horas, a cor muda para amarelo e o "fantasminha" fica com cara de tacho assustado. Mais de oito horas ligado, o "fantasminha" fica "vermelho de raiva"... O tempo é programável de acordo com o desejo do usuário. Divertido para as crianças, mas isso pode ser um tiro no próprio pé, já que crianças são curiosas que querem ver o fantasminha ranzinza, hehehe. Mas não deixa de ser curioso.
Enfim, há muitas outras ideias por aí, que vi nesse link, por exemplo. Ideias sustentáveis não faltam. O que falta é pô-las em prática realmente.
- "Energia com a Dança"
"Dance para salvar o mundo", é o slogan do Bar Surya, em Londres, onde a pista de dança do bar fora modificada com placas conversoras de energia, capazes de produzirem energia elétrica com movimentos dos frequentadores. As placas, ao serem pressionadas com pulos e passos, convertem energia mecânica em energia elétrica, que depois, essa energia é repassada ao estabelecimento, economizando 60% de energia elétrica vinda de forma comum.
- "Bicicleta Ergométrica por um Almoço"
O Crown Plaza Hotell, em Copenhague, oferece aos seus hóspedes, uma bicicleta ergométrica que são ligadas a um gerador de eletricidade. Além de se exercitar, o hóspede contribui para geração de energia elétrica, que o hotel a utiliza para economizar eletricidade em seu estabelecimento. É claro, o hotel gratifica o hóspede voluntário com um vale-refeição se o hóspede produzir pelo menos 10 watts/hora, equivalente a uns 15 minutos de pedalada normal.
- Água desperdiçada para regar planta
Denominada de "Pia Jardim Zen", o grupo chamado "Gau Designs" criou uma ideia simples, onde consiste em aproveitar água desperdiçada das pias para regar plantas. A pia possui um canal que conecta com um vaso onde pode ser colocada uma plantinha. O canal conta com um filtro que separa o sabão da água, regando a plantinha com a água que você usou para lavar as mãos sem "ensaboar" a plantinha.
- Carregando seu Celular com Apertos de Mão
Que tal exercitar os músculos de sua mão, enquanto carrega seu smartphone? Ideia simples que uma "empresa" chamada "Mac Funamizu" criou com um slogan : "You Can Work It Out". Por enquanto, parece que só tem para iPhone, mas logo logo deverá ter para outras plataformas (se é que já não tem).
- Chuveiro "Pede para Sair"
Uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante e não se tocam. O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos com tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água e energia. Em torno de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho.
- Interruptor "Semáforo"
Consiste num interruptor com um LED que muda de cor e uma "fisionomia de uma carinha" que muda sua expressão, assim que o tempo vai passando se você deixar ligado. O verde indica ainda "ok" e o "fantasminha" ainda está contente, com uma hora ligado. A partir das quatro horas, a cor muda para amarelo e o "fantasminha" fica com cara de tacho assustado. Mais de oito horas ligado, o "fantasminha" fica "vermelho de raiva"... O tempo é programável de acordo com o desejo do usuário. Divertido para as crianças, mas isso pode ser um tiro no próprio pé, já que crianças são curiosas que querem ver o fantasminha ranzinza, hehehe. Mas não deixa de ser curioso.
Enfim, há muitas outras ideias por aí, que vi nesse link, por exemplo. Ideias sustentáveis não faltam. O que falta é pô-las em prática realmente.
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25 de abr. de 2011
Só caderneta de poupança não sustenta
Esses dias, eu tinha terminado de fazer minha declaração do IR, cujo prazo é até o final deste mês. Antes de enviar meu relatório para os servidores da Receita Federal, analisei os valores do meu patrimônio e vi que não mudou quase nada. Sabendo que a cada ano, a inflação está sempre subindo e que a inflação de 2010 subiu quase 6%, em suma, estou perdendo dinheiro depositando valores apenas nas cadernetas de poupança, cujo valor do ano passado ficou no pior patamar desde 1967: 6,9%. Resumindo, a poupança não é investimento, mas apenas um tapa-buraco da inflação que apenas compensa as perdas da mesma. E como não fico apenas sendo “poupador 100%”, logo...
Claro, a caderneta de poupança é uma forma do investidor apenas deixar “guardado” seu dinheiro sem quase risco algum (claro, se não aparecer outro Collor da vida) e sem se preocupar com altas e baixas dos valores de mercado, mas que deixou de ser um investimento isso sim deixou. Para gente de perfil “conservador”, a poupança pelo menos te dá uma certa tranqüilidade de não perder muito dinheiro e não ficar sempre obrigado a acompanhar o mercado das bolsas (coisa que muita gente odeia).
Bom, na minha opinião, a poupança jamais deve ser descartada, pois é uma garantia de manter seu patrimônio relativamente seguro, mas creio que podemos analisar outros investimentos que podem ser considerados tão seguros quanto a poupança. E já vou adiantando; dólar não é a melhor forma de investir atualmente. Essa moeda tem uma variação meio abrupta e você deve ficar sempre esperto na cotação. Atualmente, o dólar está muito baixo, que só vale a pena mesmo é comprar dólares apenas para comprar ou importar algo do exterior. Manter dólar em cash é prejuízo.
Há vários investimentos, como VGBL de renda fixa e CDB/RDB. Entretanto, só valem a pena se você pensar em ganhos a médio e a longo prazo, ou seja, invista neles e... esqueça do dinheiro (no bom sentido, claro). Não movimente nesses investimentos a curto prazo, pois as taxas de compensação são consideráveis e começa a rentabilidade após um certo tempo, isto é, na data de vencimento do título, no caso do CDB/RDB. Para o CDB/RDB, é necessário contribuir com uma certa quantia mínima para investimento. No VGBL, a contribuição é menor, mas programada mensalmente (na maioria dos casos). Por favor, quem entende de economia, me corrija!
Claro, que dá para arriscar um pouco mais e tentar ganhar mais em menos tempo como investimento em renda variável e em ações, mas isso já é outros quinhentos para quem quer se arriscar e domina o mercado financeiro.
Já vou avisando que sou meio leigo nesse assunto, mas queria apenas alertar a quem tem apenas poupança como “investimento”. Tente reservar uma quantia para outras formas de aplicação e não conte apenas com a aposentadoria do INSS. Uma previdência privada hoje em dia é quase uma obrigação.
Referências:
Aplicar em CDB/RDB
Entenda o que são PGBL e VGBL
Rentabilidade da Poupança de 2010
Claro, a caderneta de poupança é uma forma do investidor apenas deixar “guardado” seu dinheiro sem quase risco algum (claro, se não aparecer outro Collor da vida) e sem se preocupar com altas e baixas dos valores de mercado, mas que deixou de ser um investimento isso sim deixou. Para gente de perfil “conservador”, a poupança pelo menos te dá uma certa tranqüilidade de não perder muito dinheiro e não ficar sempre obrigado a acompanhar o mercado das bolsas (coisa que muita gente odeia).
Bom, na minha opinião, a poupança jamais deve ser descartada, pois é uma garantia de manter seu patrimônio relativamente seguro, mas creio que podemos analisar outros investimentos que podem ser considerados tão seguros quanto a poupança. E já vou adiantando; dólar não é a melhor forma de investir atualmente. Essa moeda tem uma variação meio abrupta e você deve ficar sempre esperto na cotação. Atualmente, o dólar está muito baixo, que só vale a pena mesmo é comprar dólares apenas para comprar ou importar algo do exterior. Manter dólar em cash é prejuízo.
Há vários investimentos, como VGBL de renda fixa e CDB/RDB. Entretanto, só valem a pena se você pensar em ganhos a médio e a longo prazo, ou seja, invista neles e... esqueça do dinheiro (no bom sentido, claro). Não movimente nesses investimentos a curto prazo, pois as taxas de compensação são consideráveis e começa a rentabilidade após um certo tempo, isto é, na data de vencimento do título, no caso do CDB/RDB. Para o CDB/RDB, é necessário contribuir com uma certa quantia mínima para investimento. No VGBL, a contribuição é menor, mas programada mensalmente (na maioria dos casos). Por favor, quem entende de economia, me corrija!
Claro, que dá para arriscar um pouco mais e tentar ganhar mais em menos tempo como investimento em renda variável e em ações, mas isso já é outros quinhentos para quem quer se arriscar e domina o mercado financeiro.
Já vou avisando que sou meio leigo nesse assunto, mas queria apenas alertar a quem tem apenas poupança como “investimento”. Tente reservar uma quantia para outras formas de aplicação e não conte apenas com a aposentadoria do INSS. Uma previdência privada hoje em dia é quase uma obrigação.
Referências:
Aplicar em CDB/RDB
Entenda o que são PGBL e VGBL
Rentabilidade da Poupança de 2010
5 de abr. de 2011
Lixo como Fonte Energética e Econômica
Texto com ideias do Eng. Arnaldo Reinhold
Muita gente pode não saber, mas os resíduos domésticos, industriais, hospitalares, isto é, o "lixão" em geral podem servir de fonte de combustível para geração de energia. O lixo em geral tem a metade do potencial energético do carvão. E o tópico sobre recuperação de energia a partir desses resíduos é de um interesse totalmente sustentável, viabilizando a questão econômica quanto a ecológica.
Um dos grandes problemas atuais é que a geração de lixo continua superando o crescimento econômico e deve aumentar ainda mais até em 2020. E devido a esse grande aumento é que tem-se preocupado sobre o reaproveitamento da energia derivada de resíduos, juntamente com a reciclagem. Um dos recursos para gerenciar os resíduos é através do tratamento térmico desses resíduos por gaseificação superadiabática em usinas.
O gás de aterro é produzido pela decomposição de resíduos orgânicos em condições anaeróbias no local do aterro, no qual sua composição é de uns 55% de metano, 40% de dióxido de carbono e o restante de nitrogênio, hidrogênio e água. E o metano, direcionando como fonte de energia, pode trazer o benefício adicional de ajudar a reduzir o seu potencial de aumentar o aquecimento global com o efeito estufa.
Entretanto, pouco se tem feito no Brasil, pois ainda não existe usina alguma de reciclagem energética do lixo em operação no país, enquanto que no restante do mundo, há mais de 750 unidades em funcionamento. Essas unidades chamam-se "Waste to Energy" (WTE).
Esse processo de gaseificação para o reprocessamento de resíduos começou em larga escala em 1994, com várias empresas, institutos de pesquisa e universidades de tecnologia da Europa participando no desenvolvimento. O sistema é seguro e é instalado em locais com maior facilidade de coleta domiciliar.
Outro benefício é o quanto de lixo pode gerar energia. Confira abaixo um exemplo de quanto apenas um quilo de lixo pode gerar:
- Secador de cabelos por 24 minutos
- Máquina de lavar por 20 minutos
- Geladeira por 2 horas e 52 minutos
- TV por 5 horas e 45 minutos
- Forno elétrico por 22 minutos
- Ferro elétrico por 43 minutos
- Computador por 5 horas
A Finlândia já é um exemplo de um país em fase de produção com alta precisão e tecnologia testada e comprovada. Assim, o país pode controlar o nível de geração de gases do efeito estufa, reduzindo consideralvente sua emissão de gases à atmosfera. A partir daí trata-se do comércio de Créditos de Carbono, onde o país ganha tais créditos, reduzindo a multa econômica para o país, de acordo com alguns artigos do Protocolo de Kyoto.
Outro países, como Estados Unidos, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Japão, Noruega e Suécia já fazem negociações de contratos futuros de Crédito de Carbono. O Brasil deve se beneficiar deste cenário como alvo de investimentos para projetos de redução de emissão de gases poluentes. Entretanto, o que se tem feito até agora ainda não está no andamento adequado. Para o Brasil, é necessário criar uma mentalidade de sustentabilidade partindo de iniciativas inovadoras, buscando maior transparência em seus projetos e evitando uma burocratização que perpetua em nosso país. O Brasil tem a faca e o queijo nas mãos. Só falta o ato.
Muita gente pode não saber, mas os resíduos domésticos, industriais, hospitalares, isto é, o "lixão" em geral podem servir de fonte de combustível para geração de energia. O lixo em geral tem a metade do potencial energético do carvão. E o tópico sobre recuperação de energia a partir desses resíduos é de um interesse totalmente sustentável, viabilizando a questão econômica quanto a ecológica.
Um dos grandes problemas atuais é que a geração de lixo continua superando o crescimento econômico e deve aumentar ainda mais até em 2020. E devido a esse grande aumento é que tem-se preocupado sobre o reaproveitamento da energia derivada de resíduos, juntamente com a reciclagem. Um dos recursos para gerenciar os resíduos é através do tratamento térmico desses resíduos por gaseificação superadiabática em usinas.
O gás de aterro é produzido pela decomposição de resíduos orgânicos em condições anaeróbias no local do aterro, no qual sua composição é de uns 55% de metano, 40% de dióxido de carbono e o restante de nitrogênio, hidrogênio e água. E o metano, direcionando como fonte de energia, pode trazer o benefício adicional de ajudar a reduzir o seu potencial de aumentar o aquecimento global com o efeito estufa.
Entretanto, pouco se tem feito no Brasil, pois ainda não existe usina alguma de reciclagem energética do lixo em operação no país, enquanto que no restante do mundo, há mais de 750 unidades em funcionamento. Essas unidades chamam-se "Waste to Energy" (WTE).
Esse processo de gaseificação para o reprocessamento de resíduos começou em larga escala em 1994, com várias empresas, institutos de pesquisa e universidades de tecnologia da Europa participando no desenvolvimento. O sistema é seguro e é instalado em locais com maior facilidade de coleta domiciliar.
Outro benefício é o quanto de lixo pode gerar energia. Confira abaixo um exemplo de quanto apenas um quilo de lixo pode gerar:
- Secador de cabelos por 24 minutos
- Máquina de lavar por 20 minutos
- Geladeira por 2 horas e 52 minutos
- TV por 5 horas e 45 minutos
- Forno elétrico por 22 minutos
- Ferro elétrico por 43 minutos
- Computador por 5 horas
A Finlândia já é um exemplo de um país em fase de produção com alta precisão e tecnologia testada e comprovada. Assim, o país pode controlar o nível de geração de gases do efeito estufa, reduzindo consideralvente sua emissão de gases à atmosfera. A partir daí trata-se do comércio de Créditos de Carbono, onde o país ganha tais créditos, reduzindo a multa econômica para o país, de acordo com alguns artigos do Protocolo de Kyoto.
Outro países, como Estados Unidos, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Japão, Noruega e Suécia já fazem negociações de contratos futuros de Crédito de Carbono. O Brasil deve se beneficiar deste cenário como alvo de investimentos para projetos de redução de emissão de gases poluentes. Entretanto, o que se tem feito até agora ainda não está no andamento adequado. Para o Brasil, é necessário criar uma mentalidade de sustentabilidade partindo de iniciativas inovadoras, buscando maior transparência em seus projetos e evitando uma burocratização que perpetua em nosso país. O Brasil tem a faca e o queijo nas mãos. Só falta o ato.
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20 de ago. de 2010
Brasil: Um Absurdo de Preços
Quando vejo nas propagandas, os preços de automóveis, eletrônicos e eletrodomésticos, fico decepcionado, mesmo os anunciantes colocando seus produtos em "promoção imperdível" ou que é "ponta de estoque". A gente compra produtos embutidos de altíssimos impostos, além da ganância de certas empresas no reajuste das margens de lucro que colocam em cima dos produtos, fazendo com que os inescrupulosos faturem em cima do mercado brasileiro. Quer ver alguns exemplos? É só clicar nas imagens abaixo, que mostram uma comparação de mesmos produtos vendidos em outros países, como Estados Unidos, Japão e Chile. Nem coloco os produtos vendidos na China para não desanimar cada vez mais...
Além desse absurdo de diferença de preços, a remuneração média de um trabalhador brasileiro é bem aquém do ganho médio desses outros países.
Nesse ponto eu concordo com um slogan que têm circulado na internet: "Brasil, um país de TOLOS..."

Notebook Dell a R$2.399,00 no Brasil (Site da Dell do Brasil)

Mesmo notebook da Dell a 600,00 dólares, uns R$ 1060,00 (Site da Dell dos EUA)

Playstation 3 no Brasil: R$ 1.999,00

Playstation 3 no Chile: R$ 957,00 (já convertido em reais)

Playstation 3 no Japão (o mais novo): R$ 722,00 (já convertido em reais)

TV 32" LCD LG32LD350 no Brasil: R$ 1.699,00

TV 32" LCD LG32LD350 na Austrália: R$ 1.221,00 (já convertido para reais)

Honda Civic no Brasil: R$ 69.540,00

Honda Civic no Chile: R$ 36.373,13

Honda Civic nos EUA: R$ 27.552,80
Além desse absurdo de diferença de preços, a remuneração média de um trabalhador brasileiro é bem aquém do ganho médio desses outros países.
Nesse ponto eu concordo com um slogan que têm circulado na internet: "Brasil, um país de TOLOS..."










17 de set. de 2009
Bingos, CSS, Taxação das Cadernetas... o que mais esperar?
É incrível o que o Governo Brasileiro têm tido ideias de ressucitar atos "incabíveis" da época passada. Com pautas e assuntos mais relevantes para tratar (como projetos na Educação, Saúde e Segurança), os governistas insistem em trabalhar em pautas de arrecadações, onde alegam que precisam aumentar certas cargas tributárias para sustentar os "supostos" projetos do PAC e sociais, ressurgindo ideias ultrapassadas e inadmissíveis como a volta dos Bingos e Caça-Níqueis de forma legalizada.
E falando em Previdência, ela já está no vermelho faz tempo, por isso, o Governo quer recriar de volta a CPMF, apenas camuflando de nome para CSS (contribuição para a seguridade social) a fim de tentar socorrer uma Previdência de mãos atadas, que já não sabe mais como segurar as pontas no futuro. Bom, pra começar, os pagamentos das aposentadorias estão cada vez mal distribuídas (aposentado pobre fica mais pobre, aposentado rico curte cada vez mais) e falta um bom planejamento na distribuição justa de benefícios (nem preciso citar atos secretos que beneficiam salários de partidários, políticos e servidores né). Planejamento minuncioso é necessário, pois realmente, o país está ficando mais velho e temos que acompanhar essa tendência mundial. Mas o que vejo é o governo tentar solucionar "usando uma peneira para tapar o Sol".
Agora vem um projeto que está para ser sancionado, onde teremos a volta dos bingos e jogatinas legais? Por favor; em vez de pensarem em projetos dos pilares de sustentação (saúde, educação, segurança), governistas querem ressussitar a jogatina? Para que o povo brasileiro volte a sustentar um vício terrível? Para enriquecer os cofres de empresários inescrupulosos? Para sustentar o crime organizado? Claro, o governo afirma que a legalização dos Bingos vai criar novos postos de trabalho... Oras, que crie trabalhos dignos, investindo em postos de saúde, criando a formação de professores (com salário digno), combatendo a corrupção (principalmente!!).. e não para facilitar a lavagem de dinheiro de empresários e incentivando cidadãos a sustentarem um vício horrível.
Com tudo isso, só posso enxergar que o governo quer ter motivos para arrecadar ainda mais, justificando déficit dos cofres públicos, tirando ainda mais as economias do povo brasileiro. Poxa, o que a gente já tem pago de tributos não é brincadeira. O Brasil é o campeão em altas taxas de juros e impostos. Eu fico pensando... com tudo que contribuimos com impostos e taxas, por que não vemos o resultado prático das contribuições na sociedade? O nariz de palhaço do brasileiro está cada vez mais inchado, é o que penso...É muita cara de pau ainda quererem taxar em mais atos. Só falta taxarem o ar que respiramos...
4 de abr. de 2009
Acredite: A crise faz bem para a humanidade
Em setembro de 2008, a bolha econômica estourou e veio a Crise Mundial. As bolsas despencaram, os bancos ficaram sem crédito e empresas fecharam. E às empresas que não fecharam, encolheram quase uns 70% de sua renda, prejudicando principalmente os trabalhadores, sofreram cortes nos salários ou foram demitidos.
Para esse cenário caótico, a gente pensa que será uma catástrofe enorme na vida da humanidade. Mas paramos para pensar: Quem foi o grande culpado pela atual crise? Bom, o governo de cada país precisou agir para evitar o desastre completo e apontou a ganância dos homens que tinham transformado a economia mundial em um grande "jogo de azar". Homens "distribuíram" créditos a qualquer pessoa para movimentar mais a economia global e no fim, bancos acabavam endividados pelas inadimplência de proporçoes enormes de várias pessoas, quebrando e entrando em falência.
Na verdade, a crise não é só financeira, mas também social, afetiva, política, etc. A crise começou num setor e, como numa bola de neve, foi aumentando cada vez mais e afetando outros setores. Muitos não imaginavam que quando estavam no "paraíso", achavam que nada afundaria seus negócios, como o navio "Titanic". A confiança foi demais e ao mesmo tempo, um monte de créditos sendo distruibuídos. Deram um passo maior que a realidade e o casco eocnônico se partiu...
Mas pensemos novamente, se não houvesse esses "obstáculos" no caminho, o homem jamais teria o habíto da mudança. Se o mundo fosse um mar de rosas, ninguém moveria um dedo sequer para evoluir... ninguém se preocuparia com capital e estavam seguros de que viviam em lugares teoricamente estáveis.
Acho que serviu de grande lição para todos nós. A crise pode fazer com que:
- mudemos nosso comportamento;
- nos reciclemos (estudando e se profissionalizando em diversas áreas). Afinal, depois que passar essa crise, muitas empresas agora vão selecionar melhor seus empregados;
- tenhamos mais pé no chão da realidade e
- reflitamos mais sobre ética, caráter, união e paz.
---
Abaixo, um vídeo que não tem nada a ver com o post, mas serve para descontrair (afinal devemos também encarar a atual situação com humor também né).
Para esse cenário caótico, a gente pensa que será uma catástrofe enorme na vida da humanidade. Mas paramos para pensar: Quem foi o grande culpado pela atual crise? Bom, o governo de cada país precisou agir para evitar o desastre completo e apontou a ganância dos homens que tinham transformado a economia mundial em um grande "jogo de azar". Homens "distribuíram" créditos a qualquer pessoa para movimentar mais a economia global e no fim, bancos acabavam endividados pelas inadimplência de proporçoes enormes de várias pessoas, quebrando e entrando em falência.
Na verdade, a crise não é só financeira, mas também social, afetiva, política, etc. A crise começou num setor e, como numa bola de neve, foi aumentando cada vez mais e afetando outros setores. Muitos não imaginavam que quando estavam no "paraíso", achavam que nada afundaria seus negócios, como o navio "Titanic". A confiança foi demais e ao mesmo tempo, um monte de créditos sendo distruibuídos. Deram um passo maior que a realidade e o casco eocnônico se partiu...
Mas pensemos novamente, se não houvesse esses "obstáculos" no caminho, o homem jamais teria o habíto da mudança. Se o mundo fosse um mar de rosas, ninguém moveria um dedo sequer para evoluir... ninguém se preocuparia com capital e estavam seguros de que viviam em lugares teoricamente estáveis.
Acho que serviu de grande lição para todos nós. A crise pode fazer com que:
- mudemos nosso comportamento;
- nos reciclemos (estudando e se profissionalizando em diversas áreas). Afinal, depois que passar essa crise, muitas empresas agora vão selecionar melhor seus empregados;
- tenhamos mais pé no chão da realidade e
- reflitamos mais sobre ética, caráter, união e paz.
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Abaixo, um vídeo que não tem nada a ver com o post, mas serve para descontrair (afinal devemos também encarar a atual situação com humor também né).
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